Meio Ambiente

INSÔNIA: CAUSAS, SINTOMAS, CONSEQUÊNCIAS E TRATAMENTO

Insônia é a dificuldade de iniciar ou manter o sono ou ainda a percepção de um sono não reparador, com prejuízo na atividade social e/ou profissional.

A insônia caracteriza-se pela falta de sono ou por uma dificuldade prolongada para adormecer por vários dias. Muitas pessoas sofrem de insônia, porém não procuram ou não têm condições de realizar um tratamento adequado.

A duração da insônia varia, podendo ser desde a insônia de poucos dias de duração; até a insônia de longa duração por meses ou anos .

Insônias de curta duração – são as que duram de poucos dias até três semanas. Geralmente são causados por stress grave ou persistente como preocupações com a saúde própria ou de familiares; luto ou perda substancial; problemas familiares, profissionais ou de relacionamento. A relação entre o estresse e a insônia é nítida.

Insônias de longa duração – são as que duram mais de três semanas. Podem ser relacionadas a estresse contínuo, depressão, abuso de álcool ou drogas e hábitos inadequados para dormir, como o excesso de café.

INSÔNIA
INSÔNIA

Incidência da insônia

A insônia é referida em 20% dos adultos. A insônia é mais relatada em mulheres de meia idade e nos idosos. A insônia ocorre mais em populações urbanas do que rurais.

Tratamento

O tratamento é bastante amplo, englobando desde a modificação dos hábitos inadequados para dormir, até o tratamento da causa da insônia com medicamentos antidepressivos nos casos de depressão e outros medicamentos; psicoterapia em alguns casos e terapias alternativas como o Reiki e a Apometria. É necessário buscar a causa da insônia para cada um.

O QUE É INSÔNIA?

Insônia é a dificuldade de iniciar ou manter o sono ou ainda a percepção de um sono não reparador, com prejuízo na atividade social e/ou profissional.

Devido ao grande número de pessoas atingidas e às suas repercussões, a insônia torna-se um problema de saúde pública.

Na maioria das vezes a insônia está relacionada a uma redução da quantidade de horas necessárias para um sono satisfatório.

CAUSAS

Sabemos que não existe apenas um tipo de insônia mas vários tipos de “insônias”. Elas geralmente decorrem da interação de diversos fatores como predisposição genética, fatores físicos, biológicos, mentais, psicológicos e sociais.

Podem ser causadas ou agravadas por outros distúrbios do sono como SAHOS (Síndrome da Apnéia Hipopnéia Obstrutiva do Sono), Síndrome das Pernas Inquietas e Parassonias.

Também podem ser causadas ou agravadas por outras condições como Depressão, Transtorno da Ansiedade, Fibromialgia, Dor Crônica, Distúrbios Metabólicos Hormonais (por exemplo, doenças da tireóide), algumas medicações e substâncias (estimulantes, benzodiazepínicos, bebidas alcóolicas).

Em algumas situações a insônia é primária ou seja, sem causa definida. Muitos pacientes com Insônia Idiopática (sem causa aparente) relatam dificuldade para dormir de início ainda na infância.

Na maioria dos casos a insônia é do tipo psicofisiológica, na qual estão envolvidos fatores predisponentes, como um nível aumentado de alerta e vigilância, mesmo durante a noite; fatores desencadeadores como mudança de trabalho, perda de ente querido, situações familiares e pessoais de conflito, etc; e fatores perpetuadores como a manutenção de hábitos inadequados em relação ao sono ( horário irregular de ir deitar, ficar assisistindo TV ou no computador até tarde da noite).

CARACTERÍSTICAS E SINTOMAS

A grande maioria dos casos de insônia pode ser caracterizada como insônia inicial que se caracteriza pelo aumento da latência do sono, ou seja, aumento do tempo que o indivíduo demora para iniciar o sono.

Também é muito freqüente a insônia de manutenção onde ocorre o aumento dos despertares durante a noite.

A insônia terminal é um pouco menos comum e se caracteriza pelo despertar precoce, quando o indivíduo acorda muito antes do horário que desejaria, mas não consegue voltar a dormir.

Alguns pacientes com insônia queixam-se na realidade da qualidade de seu sono, ou seja, mesmo dormindo uma quantidade de horas considerada satisfatória, estes indivíduos têm a sensação de que o sono não foi reparador.

A quantidade ideal de horas de sono é uma característica individual. A maioria das pessoas sente-se satisfeita após cerca de 7 a 8 horas de sono, porém o que define se a pessoa dormiu satisfatoriamente é o estado em que ela se encontra no dia seguinte.

Geralmente os pacientes com insônia apresentam-se cansados, mal-humorados, sonolentos ou com sensação de “atordoamento”. Muitos, mesmo sonolentos, não conseguem dormir durante o dia.

CONSEQÜÊNCIAS DA INSÔNIA CRÔNICA NÃO TRATADA

A insônia crônica pode resultar em distúrbios da memória e concentração, ansiedade, depressão, irritabilidade, sentimento de insatisfação constante, baixo rendimento profissional, prejuízo do convívio social e aumento do risco de acidentes com veículos automotores.

TRATAMENTO

Nem todo o paciente com queixa de insônia precisará passar por um exame de polissonografia, entretanto a insônia pode ser um sintoma de outro transtorno. Por exemplo, alguns pacientes com apnéia do sono ou com narcolepsia podem interpretar seus despertares freqüentes como insônia quando na verdade fazem parte de outro problema.

Na correta interpretação da queixa de insônia são fundamentais a história clínica e o exame físico detalhados, procurando estabelecer relação da insônia com outros achados clínicos para chegar ao diagnóstico do problema.

Caso exista suspeita de algum distúrbio primário do sono pode ser solicitada polissonografia onde serão monitorizados os parâmetros do sono, quantidade de horas dormidas, eficiência do sono e se há alguma causa que leve o paciente a despertar durante a noite.

Uma vez estabelecido o diagnóstico existem várias opções de tratamento, seja medicamentoso, seja através de terapias cognitivo-comportamentais, sendo indispensável o acompanhamento médico adequado. No tocante ao medicamentos atualmente dá-se preferência aos medicamentos que não provocam dependência e poderiam ser reduzidos ou retirados futuramente.

A insônia (português brasileiro) ou insónia (português europeu) é um dissoniacaracterizada pela dificuldade em iniciar e/ou manter o sono e pela sensação de não ter um sono reparador durante pelo menos um mês causando prejuízo significativo em áreas importantes da vida do indivíduo. Do ponto de vistapolissonográfico, é acompanhada de alterações na indução, na continuidade e na estrutura do sono. Geralmente aparece no adulto jovem, é mais frequente na mulher e tem um desenvolvimento crônico.[1] É o transtorno de sono mais comum, respondendo por cerca de 25% das buscas em clínicas especializadas em tratamento de problemas do sono. Cerca de metade dos pacientes com insônia também tem depressão maior.[2]

Frequentemente o paciente com diagnóstico de insônia primária apresenta dificuldade para começar a dormir e acorda seguidamente durante a noite, sendo incomum uma queixa isolada de sono não reparador.

Classificação

Classificação por origem

Segundo o dicionário de saúde mental (DSM IV) a insônia pode ser classificada como primária ou secundária. Primária quando ela é a principal doença e secundária quando ela for sintoma de outra doença ou efeito colateral de um medicamento. A insônia como sintoma de outro transtorno psiquiátrico é duas vezes mais comum que a primária.[1]

Classificação por causa

Na Classificação Internacional de Doenças (CID 10) pode ser classificado como causa orgânica (G47.0) ou por causa psicofisiológica (F51.0). Porém do ponto de vista clínico e polissonográfico existem grandes semelhanças entre os subtipos de insônia, ambos com causas orgânicas e psicofisiológicas, sendo desnecessárias as subdivisões.[3]

Classificação por tempo

Insônias transiente

As insônias de transiente ou de curta duração são as que duram de poucos dias até três semanas. Geralmente são causados por estresse grave ou persistente como preocupações com a saúde própria ou de familiares; luto ou perda substancial; problemas familiares, profissionais ou de relacionamentos.

Insônia intermitente

Caso os episódios de insônia ocorram de tempos em tempos, com períodos de sono regular e revigorante entre eles, passa a ser chamada de insônia intermitente.[4]

Insônia crônica

As insônias de longa duração ou crônicas são as que duram mais de três semanas. Podem ser relacionadas a estresse contínuo, depressão, abuso de álcool ou drogas e hábitos inadequados para dormir, como o excesso de café (cafeína).

Incidência da insônia

A insônia é referida em 20% dos adultos. A insônia é mais relatada em mulheres. É incomum entre crianças e adolescentes. Aparece geralmente no adulto jovem (entre 20 e 30 anos) e se intensifica gradativamente, sendo frequente entre idosos.[1]

A insônia ocorre mais em populações urbanas do que rurais. Estudos populacionais de adultos no Brasil revelaram a insônia em 32% da população de São José do Rio Preto, no estado de São Paulo, uma cidade de porte médio; avaliação semelhante em zona rural revelou insônia em 16,8%, no Município de Jaraguari, Estado do Mato Grosso do Sul.

Tratamento

O tratamento é bastante amplo, englobando desde a modificação dos hábitos inadequados para dormir até o tratamento da causa da insônia com medicamentos antidepressivos nos casos de depressão; e outros medicamentos; e psicoterapiaem alguns casos. É necessário buscar a causa da insônia para cada um.

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Vagner Liberato

Meu nome é Vagner Liberato, sou carioca e vivo no Rio de Janeiro. Formei-me em Administração de Empresas e sou um apaixonado por conteúdo sustentável. Desde 2015 faço o Jornal Sustentabilidade com maior prazer! Para falar comigo, entre em contato pelo email: contato@meioambienterio.com

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