Meio Ambiente

Copacabana: A verdade sobre a Princesinha do Mar (Encantador)

Copacabana é uma praia localizada no bairro de Copacabana, na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Considerada uma das praias mais famosas do mundo

Carinhosamente apelidada pela população de Princesinha do Mar, uma canção popular dos brasileiros João de Barro – o Braguinha – e Alberto Ribeiro, a praia de Copacabana localiza-se no bairro de mesmo nome, na zona Sul da cidade do Rio de Janeiro.

Copacabana conta com bicicletários, ciclovia, quiosques, hotéis, bares e restaurantes, frequentados tanto de dia como à noite. Possui também dois Fortes Militares, um em cada extremidade da praia, com vistas panorâmicas, abertos à visitação.

Tamanho fascínio também se dá pelo belíssimo calçadão da Avenida Atlântica em pedras portuguesas brancas e pretas, que formam um lindo mosaico no formato de ondas, inspirado no calçadão de Lisboa e usado por Roberto Burle Marx na praia. Possuem grande infraestrutura de hotéis e quiosques, que atrem turistas do mundo inteiro.

Praia de Copacabana
Praia de Copacabana

Palco da maior festa de Réveillon do planeta, com seus fogos mundialmente conhecidos, Copacabana reúne mais de três milhões de pessoas a cada passagem de ano. Suas areias também abrigam grandiosos eventos como os Jogos Pan-americanos do Rio 2007, campeonatos mundiais de futebol de areia e campeonatos mundiais de vôlei.

A Praia de Copacabana é uma praia localizada no bairro de Copacabana, na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. Considerada uma das praias mais famosas do mundo, foi popularmente apelidada de “Princesinha do Mar”.

Limitada pela Avenida Atlântica, as suas areias são sede de grandiosos eventos, como campeonatos mundiais de futebol de areia, campeonatos mundiais de vôlei, shows de até 1 000 000 de pessoas (como o dos Rolling Stones em 18 de fevereiro de 2006 e a gravação do DVD “Claudia Leitte ao vivo em Copacabana”, da cantora brasileira Claudia Leitte, em 18 de fevereiro de 2008) e uma das maiores festas de ano-novo do mundo, com mais de 2 000 000 de pessoas.

No dia 28 de julho de 2013, a praia recebeu o seu recorde de público durante a Missa de Envio da 28ª Jornada Mundial da Juventude com o Papa Francisco, tendo o público sido estimado em mais de 3 500 000 de pessoas.

A história da Praia de Copacabana

Inicialmente, a praia e toda a região a sua volta tinham o nome tupi de “Sacopenapã”, que significa “o barulho e o bater de asas dos socós”. No século XVIII, com a inauguração de uma ermida em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, num rochedo no final da praia, o nome da praia e da região foi trocado para “Copacabana”.
No final do século XIX e início do século XX, com a chegada dos bondes e a abertura de vários túneis ligando a praia ao Centro da cidade, a praia começou a ser mais frequentada pela população.

O desenho em curvas de sua calçada em padrão mar largo, simulando as ondas do mar, é conhecido no mundo todo. Foi, originalmente, concebido no século XIX, nas calçadas da Praça de Dom Pedro IV, mais conhecida como Praça do Rossio, em Lisboa, em Portugal, para homenagear o encontro das águas doces do Rio Tejo com o Oceano Atlântico, e implantado em 1901 no Largo de São Sebastião, em Manaus, pelos calçadeiros portugueses, em comemoração à Abertura dos Portos do Rio Amazonas (embora esta calçada já estivesse planejada desde a década de 1880, quando o Teatro Amazonas, concluído em 1896, começou a ser pensado).

Inicialmente, as ondas tinham orientação perpendicular em relação ao comprimento da calçada. Foram confeccionadas com pedras pretas (de basalto) e brancas (de calcita). Como as pedras vieram, inicialmente, das cercanias de Lisboa, elas receberam o nome popular de “pedras portuguesas”, denominação que se mantém até hoje, apesar de elas já serem extraídas no próprio Brasil, atualmente.
Entre 1908 e 1914, a Igreja de Nossa Senhora de Copacabana, no final da praia, foi demolida para dar lugar ao atual Forte de Copacabana.

No final da década de 1910, surgiram os primeiros postos de salvamento na praia.
Em 5 de julho de 1922, a calçada da Praia de Copacabana foi palco de um evento marcante da história do país: a marcha dos dezoito revoltosos do Forte de Copacabana, que percorreram toda a extensão da praia desde o Forte de Copacabana até o Forte do Leme, para enfrentar as forças legalistas, no episódio que ficou conhecido como a Revolta do Forte de Copacabana.

Em 13 de agosto de 1923, foi inaugurado o Hotel Copacabana Palace, em frente à praia. Desde então, o hotel tornou-se um símbolo da cidade.

No decorrer das décadas de 1930, 1940 e 1950, a praia viveu seu período áureo, quando tornou-se a praia mais frequentada da cidade, suplantando a Praia do Flamengo e recebendo a alcunha de “princesinha do mar”.

Durante a reforma da calçada e o alargamento da Avenida Atlântica, durante a década de 1970, sob orientação do arquiteto e paisagista brasileiro Roberto Burle Marx, as ondas da calçada adquiriram seu atual sentido paralelo em relação ao comprimento da calçada.

Na década de 1970, também foi realizado, pela Superintendência de Urbanização e Saneamento – SURSAN, através de dragas nacionais (draga STER) e holandesas (draga TRANSMUNDUM III), um grande aterro hidráulico, comandado pelo engenheiro Hildebrando de Góes Filho, presidente da Companhia Brasileira de Dragagens, que ampliou a área de areia da praia e cujos objetivos principais eram: a ampliação da área de lazer (shows, arenas de vôlei e futebol de praia etc.), o alargamento das pistas da Avenida Atlântica, a passagem por baixo do calçadão central do interceptor oceânico (tubulação que transporta todo o esgoto da Zona Sul até o emissário de Ipanema) e, ainda, para evitar que as ressacas chegassem até a Avenida Nossa Senhora de Copacabana e invadissem as garagens dos edifícios da Avenida Atlântica, como era comum, sendo que as mais fortes chegavam mesmo até a Avenida Nossa Senhora de Copacabana. Os estudos em modelos físicos hidráulicos desta ampliação foram realizados no Laboratório Nacional de Engenharia Civil, em Lisboa. Nesses modelos, em Lisboa, trabalharam os engenheiros portugueses Fernando Maria Manzanares Abecasis, Veiga da Cunha, Antonio Pires Castanho e Daniel Vera-Cruz e o engenheiro brasileiro Jorge Paes Rios.

Mais tarde, foram construídos, na orla, uma ciclovia e alguns quiosques para atendimento ao público.

De 23 a 28 de Julho de 2013, a praia de Copacabana sediou todos os eventos centrais da Jornada Mundial da Juventude de 2013. Os eventos realizados na praia foram a missa de abertura, a acolhida ao Papa Francisco, a Via-Sacra, a Vigília e a missa de envio com o Papa Francisco, na qual compareceram 3,8 milhões de fiéis, tornando a Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro a segunda maior da história das Jornadas.

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Vagner Liberato

Meu nome é Vagner Liberato, sou carioca e vivo no Rio de Janeiro. Formei-me em Administração de Empresas e sou um apaixonado por conteúdo sustentável. Desde 2015 faço o Jornal Sustentabilidade com maior prazer! Para falar comigo, entre em contato pelo email: contato@meioambienterio.com

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