Meio Ambiente

Governo prega solidariedade nos ajustes de instalações da Rio 2016

Após coordenar a penúltima reunião preparatória do governo para os Jogos Olímpicos Rio 2016, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, pregou solidariedade entre os governos, os organizadores e as delegações estrangeiras para que não haja nenhuma falha estrutural durante as competições.

O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, disse que os ajustes a serem feitos estão gerando despesas extras, mas concordou com a ideia de que as delegações, a exemplo da Austrália no último domingo (24), deverão bancar os reparos das instalações na Vila Olímpica.

“Cada um paga o seu [reparo], como o Brasil mesmo fez agora na vila os ajustes que entendeu que eram preciso. Isso aí é natural. Até porque tem atleta que gosta de ficar sozinho no quarto, aí precisa de ar-refrigerado”, disse Nuzman.

Segundo Padilha, no momento em que faltam apenas dez dias para o início da Olimpíada, não é mais possível dividir as responsabilidades entre governos do Rio de Janeiro, federal e comitê organizador. “Agora é solidariedade. Um vai cobrir o outro. As responsabilidades, que sempre foram compartilhadas e continuarão, mas haverá solidariedade nessa responsabilidade. Estaremos juntos para a solução de todos os eventuais problemas que surjam independentemente de quem originariamente tenha sido o competente para tal”, disse.

De acordo com o ministro, a mensagem do presidente interino Michel Temer é de que, a partir de agora, o que está em jogo é “a imagem do Brasil e de todos os brasileiros”. Ao ser perguntado se a recusa da Austrália em assumir as instalações seria ruim para a imagem, Padilha defendeu que esse tipo de correções e ajustes de instalações é normal em eventos como esse.

“A imagem do Brasil será julgada ao final dos Jogos. Temos tranquilidade com relação ao amanhã”, disse.

Recursos extras

Confirmando que o governo possui os recursos necessários, Padilha disse que, como faltam poucos dias, é preciso trabalhar com soluções coletivas. “Se a gente não pegar e solidarizar, todo mundo é responsável, vai ficar alguma coisa descoberto. Agora afunilou, tem que resolver”.

O presidente do Comitê Organizador explicou que os cálculos sobre as realocações de valores ainda estão sendo feitos. Atualmente, há 600 profissionais disponíveis para reparos, que vão continuar de plantão durante os Jogos.

“Vão ser sim [necessários novos investimentos]. Há necessidade de contingências que estão sendo feitas, foram feitas e continuarão. Elas estão sendo calculados para nós podermos apresentar”, disse, repetindo que o prazo final para entrega dos reparos “em ordem” é até o final de semana.

Agência Brasil

Tags
Ler matéria completa

Vagner Liberato

Meu nome é Vagner Liberato, sou carioca e vivo no Rio de Janeiro. Formei-me em Administração de Empresas e sou um apaixonado por conteúdo sustentável. Desde 2015 faço o Jornal Sustentabilidade com maior prazer! Para falar comigo, entre em contato pelo email: contato@meioambienterio.com

Artigos relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Close