Meio Ambiente

Abertura da Olimpíada defende ecologia apesar de Rio não limpar Baía

Um dos temas centrais da abertura da Olimpíada Rio-2016 foi a defesa da ecologia. A questão é que o meio-ambiente foi justamente o calcanhar de aquiles dos Jogos. Não houve a prometida limpeza de 80% da Baía de Guanabara, a despoluição das lagoas e do ar da cidade.

Ao mesmo tempo, um menino estava preso em um labirinto de prédios. Depois, ele consegue sair de lá e encontra uma flor.

Neste momento, talvez o mais tocante da cerimônia, as atrizes Fernanda Montenegro e Judi Dench recitam a poesia “A Flor e Náusea”, de Carlos Drummond de Andrade. A poesia fala sobre uma flor que nasce no meio do tráfego, e do caos urbano.

Depois é exaltado que a melhor forma de combater os estragos ao meio-ambiente é por meio do plantio de árvores, enquanto o verde se espalha na projeção. Atletas ganharam sementes para plantar árvores.

Só que, na candidatura do Rio, havia a promessa de que despoluição de 80% da Baía e esse patamar chegou no máximo a 50%. As águas ainda estão extremamente sujas para as disputas de vela. O mesmo ocorre na Lagoa Rodrigo de Freitas, sede do remo e canoagem. Esse foi o maior fracasso de legado da cidade para a Olimpíada.

Não houve ainda melhoria no ar do Rio de Janeiro, segundo testes independentes. Essa era outra promessa do comitê em sua candidatura.

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Vagner Liberato

Meu nome é Vagner Liberato, sou carioca e vivo no Rio de Janeiro. Formei-me em Administração de Empresas e sou um apaixonado por conteúdo sustentável. Desde 2015 faço o Jornal Sustentabilidade com maior prazer! Para falar comigo, entre em contato pelo email: contato@meioambienterio.com

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