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Trump: Professor que ajudou Donald Trump na campanha presidencial pode estar morto

Joseph Mifsud, de 57 anos, está desaparecido e pode estar morto, segundo documentos da Justiça Americana

Um professor que teria oferecido os “podres” de Hillary Clinton para a campanha presidencial de Donald Trump em 2016 está desaparecido e “pode estar morto”. Ao menos, é o que dizem os documentos judiciais do processo.

O professor em questão é Joseph Mifsud, de 57 anos. Joseph trabalhou na Universidade de Stirling até meados do ano passado. Ele está sendo acusado de ser um ponto de ligação entre a Rússia e a campanha do agora presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Na última semana, o professor que nasceu em Malta foi citado em vários documentos que estão arquivados no tribunal de Nova York pelo Comitê Nacional Democrata. Os arquivos fazem parte do processo que investiga a intervenção de Joseph Mifsud na corrida presidencial ocorrida em 2016.

Porém, apesar das citações, os documentos também revelam que Joseph Mifsud é o único réu do processo que não recebeu a queixa de crime, pois ele está desaparecido e “pode estar morto”, segundo textos do próprio arquivo.

A noiva de Joseph Mifsud, que deu a luz à sua filha no último ano, declara que não tem notícias do noivo já faz alguns meses.

Joseph Mifsud

As outras pessoas que estão citadas no processo incluem alguns russos, a campanha presidencial de Donald Trump e até a organização de denúncias Wikileaks.

Em declarações públicas, Joseph Mifsud já havia negado fazer parte do esquema do qual é acusado. “Agente secreto? Eu nunca recebi centavo algum dos russos. A minha consciência está limpa” disse Joseph para a imprensa.

As acusações contra Joseph Mifsud expõem que ele se ofereceu para usar os seus relacionamentos interpessoais com funcionários do governo russo para ajudar Donald Trump a atacar Hillary Clinton durante a campanha, fornecendo informações valiosas sobre a candidata para o seu adversário na corrida eleitoral.

Outra acusação a Mifsud revela que o professor teria garantido aos assessores de Trump que um encontro secreto com Vladimir Putin poderia acontecer ainda em 2016, antes mesmo de Donald Trump ser reconhecido como Presidente dos Estados Unidos.

Vale lembrar que Joseph Mifsud abandonou o seu emprego na Universidade de Malta em 2007 após ser acusado de gastos indevidos com o dinheiro que ganhava. Após deixar o emprego em Malta, Mifsud se tornou reitor de uma Universidade na Eslovênia.

Embora Joseph Mifsud tenha trabalhado diretamente com o Ministro das Relações Exteriores nessa época, ele nunca foi um diplomata.

Antes de ficar desaparecido, Mifsud se dedicava a dar palestras não só dentro dos Estados Unidos como também fora da país.

Na semana passada, George Papadopoulos, de 31 anos, foi condenado a ficar preso por 14 dias. Segundo os arquivos do processo , foi George quem fez a oferta para que Joseph Mifsud trabalhasse com o governo russo a favor da campanha de Trump.

As acusações a Mifsud, inclusive, começaram depois que George revelou a um diplomata australiano os seus encontros duvidosos com o professor. A declaração teria sido feita em um pub. Aparentemente, George estava bêbado.

Na campanha presidencial de Trump, George Papadopoulos trabalhou como consultor de política externa. George foi o primeiro do processo a reconhecer a sua culpa. Foi também o primeiro conselheiro de Trump durante a campanha a ser julgado e condenado pelos seus crimes.

O caso de George também foi o primeiro a revelar em detalhes a forma como os membros da campanha de Trump estavam sendo ajudados pelos russos para mudar os resultados da eleição de 2016, enquanto ela ainda estava em andamento. Nesse processo, Joseph Mifsud teria sido o primeiro a declarar que era possível roubar e-mails de Hillary Clinton durante a campanha.

De acordo com acusações recentes do processo, agentes russos roubaram e-mails de Hillary Clinton até o mês de abril de 2016, meses antes do encerramento da disputa eleitoral.

Olá! Eu sou o Raigor. Sou escritor de livros infanto-juvenis desde 2014 e redator nas horas ocupadas. Autêntico canceriano e apaixonado pela escrita desde que aprendi a ler com quatro anos, escrevo sobre celebridades, séries e filmes aqui no Meio Ambiente Rio. Eu amo esse universo e se quiser entrar em contato comigo, escreva pararaigorbooks@gmail.com

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