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25% do território brasileiro está mais úmido, com chuvas mais intensas e frequentes, diz relatório

No próximo domingo, dia 06 de novembro, começa a Conferência Internacional da ONU sobre as mudanças climáticas (COP-27), em Sharm El-Sheikh, no Egito. A principal pauta da reunião é a de acelerar ações contra o aquecimento global e seus impactos e reparar ‘injustiças climáticas’.

Este ano, o evento ocorre em meio a alertas contra o aquecimento global e grande nervosismo com o desabastecimento energético, além da grande expectativa da volta do Brasil ao protagonismo ambiental. Lançado poucos dias antes da COP-27, o Relatório sobre a Lacuna de Adaptação 2022, conclui que os esforços globais para planejar, financiar e implementar a adaptação à mudança climática não estão acompanhando os riscos crescentes.

Hoje, problemas como poluição atmosférica, poluição das águas, queimadas, desmatamentos e enchentes estão cada vez mais frequentes e afetam tanto a qualidade de vida do homem, como de todas as espécies existentes. No Brasil, não é diferente. Dados da Agência Nacional das Águas, MapBiomas e Institutos Internacionais de Meteorologia, apontam que o país ficou mais seco em 42% do seu território, área que abrange parte das regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Já 25% do território brasileiro estão mais úmidos, com chuvas mais intensas e frequentes no Norte da Amazônia e na região Sul.

Para Fernando Silva, CEO da PWTech, startup voltada para a purificação de água contaminada, essas estatísticas só tendem a avançar nos próximos anos, caso não haja a implementação de medidas emergenciais. “Preservar o meio ambiente é fundamental, afinal, é nele onde estão os recursos naturais necessários para a nossa sobrevivência, como água, alimentos e matérias-primas”.

“É importante ter em vista que as metas sustentáveis só serão compridas com a utilização da tecnologia, aliada a instituições públicas e privadas. Essa parceria, oferece inúmeras possibilidades, tais como a criação de fontes de energia renováveis, como a solar e a eólica, além da adoção de carros movidos a energia, sem emissão de gases, fundamentais para a preservação ambiental ”, explica o especialista.

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