Resistente a herbicidas, Amaranthus palmeri provoca plano emergencial

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O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT) acaba de publicar uma Instrução Normativa (nº 047/2015) com regras para a contenção e a erradicação da praga no estado. O documento estabelece procedimentos em caso de surgimento da erva daninha, que inclui até mesmo a necessidade de autorização do Indea-MT para a saída de colheitadeiras das propriedades.

O Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) identificou que o chamado “cururu” chegou ao Brasil ainda em 2014. A espécie, que é a principal erva daninha dos algodoais nos Estados Unidos, foi localizada no estado do Mato Grosso, em áreas cultivadas com rotação das culturas de algodão, soja e milho.

“Plantas do gênero Amaranthus analisadas chamaram a atenção por não manifestarem qualquer sintoma de fitotoxicidade após a aplicação do herbicida glyphosate […] além da resistência aos herbicidas inibidores da ALS”, informa uma Circular Técnica do IMAmt.

De acordo com a Instrução Normativa 047/2015, onde for identificada a Amaranthus palmeri deverá haver monitoramento dos talhões em intervalos menores de dez dias, destruindo a praga imediatamente. O campo de produção de sementes de qualquer espécie terá de permanecer livre da erva até a colheita.

 

Agrolink
Autor: Leonardo Gottems

Written by Vagner Liberato

Vagner Liberato

Meu nome é Vagner Liberato, sou carioca e vivo no Rio de Janeiro.
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