Meio Ambiente

CO2 é o gás da vida, sem ele a agricultura e as florestas não existiriam, afirma jornalista

O jornalista Richard Jakubaszko lançou nesta semana o livro “CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?”, no livro, onde são apresentadas inúmeras respostas e contestações às acusações formuladas pelos ambientalistas. Jakubaszko diz que “o CO2 é o gás da vida, sem ele a agricultura e as florestas não existiriam, e não haveria vida, pois a fotossíntese não seria possível”.

Entre os objetivos da obra, abrir um debate público acerca deste tema é um dos mais importantes. De acordo com Jakubaszko, este livro é uma biografia não autorizada do clima, que contesta a questão do CO2, das mudanças climáticas e a utopia de se pretender emissão zero de carbono.

O jornalista que dedicou oito anos de estudo, questionou-se muito sobre o que era – de fato – relevante sobre o assunto. Foram utilizados dados informados por inúmeros cientistas internacionais, dissidentes do IV Relatório, de 2077. O livro propõe um debate, pois não há uma única prova científica de que esteja havendo aquecimento ou que existam mudanças climáticas como acusam esses ambientalistas vinculados a ONU.

Segundo Richard, o que o levou a ter mais dúvidas e o desejo de estudar foi a forma que muitos ambientalistas abordaram a questão. “A principal está na neurose ambientalista que tomou conta das pessoas e governos, seja na Europa e em países como o Brasil. Como a projeção é falsa, conforme afirmamos e debatemos no livro, com a agravante de acusar a humanidade de ser a responsável pelo aquecimento, surgiram legislações restritivas de toda ordem, e isso vai engessar as gerações futuras, e um bom exemplo disso é o Código Florestal brasileiro, que é inútil para refrear o que alguns cientistas e o IPCC afirmam”, declara o autor.

O livro não está disponível em livrarias, apenas em sites especializados e na DBO Editores – São Paulo (Cristiane: fone 11 3879.7099), ou ainda pelo e-mail co2clima@gmail.com

Ficha técnica:
CO2 aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?
DBO Editores Associados Ltda.
ISBN: 978-85-69495-00-0
2015 – 284
Valor: R$ 40,00 mais despesas postais.

Leia na integra a nota do jornalista Richard Jakubaszko:

“Leia o livro, acumule informações sobre o assunto, pois o que sai na mídia é parcial, tem um viés perigoso no sentido de encaminhar as pessoas para o “pensamento único”. Isso só é bom em ditaduras, seja de esquerda ou direta, e não é democrático. Tudo porque, conforme denunciamos  no livro, pretende-se instalar pelo planeta inteiro usinas nucleares para produzir energia elétrica, até mesmo no Brasil. Nós não precisamos disso no Brasil, temos rios e hidroelétricas para isso. Se no Hemisfério Norte eles não têm rios para gerar energia elétrica, eles que façam, mas não envolvam o Brasil nessa mentira. O problema das nações ricas é que elas até sobrevivem sem combustíveis, mas não vivem sem energia elétrica. E o problema imediato e futuro deles é que chegaram a um limite na produção de energia elétrica através das poluentes usinas termoelétricas, seja por carvão, gás ou combustíveis fósseis, caras e poluentes. Os fabricantes de usinas nucleares é que financiaram essa neurose ambientalista, e no livro a gente conta essa história em detalhes, além de esclarecer que CO2 é o gás da vida, e que o metano do boi brasileiro é orgânico. Nos EUA o boi é criado confinado e aí, sim, o metano é mais poluente, mas mesmo assim não é um gás de efeito estufa, pois o aquecimento propalado pelo IPCC é a grande mentira do século XXI. Faz 20 anos que eles contam essa mentira, e James Lovelock, o inglês que já vendeu a mentira da camada de ozônio, hoje sem importância, até já se desmentiu, admitiu que errou e pediu desculpas, mas a neurose ambientalista continua. Temo que, com a encíclica do Papa Francisco, a Laudato si, os ambientalistas vão vir com tudo em Paris, e vão querer aprovar no embalo a tal agência supranacional ambiental, o que seria a pior notícia para a humanidade nos últimos tempos.

O problema do planeta é de superpopulação, disso resultam todos os problemas que vivemos, ambientais, sociais e econômicos, além dos políticos e de esgotamento dos recursos naturais da terra, a começar pelo esgotamento dos solos e de áreas para se fazer agricultura.

Nessa marcha, a humanidade poderá desaparecer, não por falta de água, nem por aquecimento, mas de fome.”

 

Agrolink
Autor: Aline Merladete
Ler matéria completa

Vagner Liberato

Meu nome é Vagner Liberato, sou carioca e vivo no Rio de Janeiro. Formei-me em Administração de Empresas e sou um apaixonado por conteúdo sustentável. Desde 2015 faço o Jornal Sustentabilidade com maior prazer! Para falar comigo, entre em contato pelo email: contato@meioambienterio.com

Artigos relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Close