A bioeconomia amazônica é apontada por especialistas como um dos caminhos para manter a Amazônia de pé e produtiva. Se, por um lado, investidores estrangeiros deixaram de dar dinheiro a empresas que contribuem direta ou indiretamente para a degradação do bioma, a oportunidade de investimento em negócios verdes parece ser a solução para a crise financeira e climática não só no Brasil, mas no mundo.

A Amazônia viva é essencial enfrentamento do desafio das emergências climáticas. Por isso, a Fundação Amazônia Sustentável (FAS) capta recursos para projetos de conservação da floresta em pé.

“Nós buscamos transformar a crescente valorização e importância do bioma para o futuro da humanidade em ações concretas capazes de reduzir o desmatamento, conservar a biodiversidade e promover a prosperidade para as populações amazônicas”, explica o Superintendente Geral da FAS, Virgilio Viana.

Durante o último mês, o professor Virgilio , acompanhado dos embaixadores da FAS Richard Edelman e Fafá de Belém, participou de encontros nos Estados Unidos para apresentar o trabalho realizado pela instituição e falar da emergência amazônica. A série de eventos faz parte da estratégia de ampliar os parceiros da FAS diante dos desafios e oportunidades de desenvolver as cadeias produtivas na Amazônia.

Como parte do esforço de captação internacional da instituição, o embaixador da FAS Richard Edelman organizou um café da manhã em Nova Iorque. O evento contou com pessoas de grande destaque no mundo da filantropia e no mundo da sustentabilidade.

Em Washington D.C, capital estadunidense, a Superintendência Geral participou de um coquetel que teve como anfitrião Otaviano Canuto, ex-diretor Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) e ex-diretor executivo do Banco Mundial. Este encontro teve a participação de pessoas com grande destaque no mundo do setor financeiro, da cooperação internacional, organismos multilaterais e embaixada brasileira.

À ocasião, Virgilio apresentou as ações e resultados da instituição, cujo apoio a cadeias produtivas e ao empreendedorismo nas comunidades ribeirinhas e indígenas da denominada “Amazônia Profunda” resultou em diminuição do desmatamento nas unidades de conservação (UCs) em que atua. Além disso, mostrou os novos projetos e programas que fazem parte da estratégia futura da FAS.

“Foi um encontro muito rico, pois criou novas oportunidades de cooperação voltada para programas com o objetivo de gerar prosperidade na Amazônia e promover a conservação ambiental e melhoria da qualidade de vida da população amazônica de áreas urbanas e rurais, especialmente a dos guardiões da floresta”, avalia Virgilio Viana.

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