Mulher usa reconhecimento facial para realizar pagamento.
Crédito: iStock

A inteligência artificial (IA) ajuda cada vez mais em diversas áreas. A IA é uma ferramenta que ganha espaço nas empresas. No e-commerce, é possível usá-la de diversas formas, como, por exemplo, na criação de assistentes virtuais. Ela é capaz de ocupar um espaço que os humanos não conseguem dar conta.

A relação com o cliente está cada vez mais em foco. A IA consegue fazer um mapeamento de dados e oferecer rapidamente produtos e serviços de maneira personalizada. É possível entender as tendências de compra e os hábitos do cliente em segundos. Assim, o cliente se sente visto, e sua experiência de compra é facilitada.

A IA tem sido usada de vários modos por diversas empresas, seja para fazer cartão de crédito, no caso de bancos, como a inserção dela em eletrodomésticos. A praticidade é impulsionada por essa ferramenta tecnológica. Os programadores focam em criar soluções rápidas para demandas do cliente.

No e-commerce, os chatbots são bastante utilizados para proporcionar assistência ao cliente. Mesmo que não resolvam todos os problemas, eles podem fazer uma triagem inicial e direcionar o cliente rapidamente para uma pessoa responsável pela área que procura.

Algumas das respostas já podem deixar o cliente satisfeito, como enviar um código de rastreamento do produto e deixá-lo tranquilo quanto ao prazo de entrega. Com essa assistência virtual, o cliente tem seu problema resolvido, enquanto não é preciso engajar material humano para tanto.

Com uma análise de dados feita de maneira veloz e automática, o cliente já pode ter recomendações de compras e serviços personalizados que o ajudam a localizar seu alvo. A economia de tempo do cliente que já encontra o que procura logo de cara se faz essencial. E a empresa consegue lucrar com essa ferramenta.

É preciso saber usar a IA para facilitar a compra, e não irritar o cliente. Profissionais capacitados se fazem necessários para avaliar as necessidades do cliente e ajustar tais programações para conseguir estabelecer uma boa relação. Um chatbot que insiste nas mesmas respostas quando o cliente quer avançar para um atendimento humano pode frustrá-lo. É essencial dosar as respostas, para que o cliente não se sinta falando com um robô que não o entende.

A programação de chatbots deve ser feita de maneira cautelosa e que também considere a opinião do cliente para ajustes que melhorem o sistema. A IA está disponível para todos, mas é preciso saber usá-la de forma adequada. As empresas necessitam avaliar essa comunicação com o cliente com frequência para entender se está agradando.

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