Guerra
Tensão na fronteira entre Rússia e Ucrânia gera forte apreensão mundial sobre um possível conflito armado entre nações.

O contexto de guerra faz parte da história humana, sendo responsável por moldar o estado atual do mundo, com seus lados positivos e negativos, a depender da sua posição diante de uma batalha por terra, cultura, religião, ou qualquer que seja a origem do embate.

Muitos desses confrontos levaram à criação de governos e países, assim como a queda de outros. Dentro de uma relação capaz de afetar até mesmo aqueles que não estão diretamente envolvidos nessa guerra, mas que eram aliados de um dos componentes.

Uma realidade que não só permanece como se tornou ainda mais complexa, diante do mercado globalizado presente atualmente. Isso faz com que uma disputa política em um país africano possa impactar nas ações comerciais de um governo na Europa.

Dentro dessa relação é possível citar os serviços de um despachante aduaneiro, que atua junto do mercado de comércio internacional, por meio de um ofício que comanda as entregas feitas entre diferentes papéis, o que aumentou a partir das lojas virtuais.

Sendo possível para um usuário fazer uma escondendo diretamente do seu computador para um produtor presente em outro lado do país, comercializando um produto por um preço mais chamativo, comparado com o valor dele ao chegar no mercado nacional.

A questão é que uma possível tensão política ou social pode afetar esse tipo de serviço, seja ao se tratar do próprio país exportador ou então pela rota que tais encomendas podem passar, o que pode ser prejudicado a partir do fechamento de fronteiras e outras ações.

É por tais fatores que a política internacional é tão importante para o meio comercial, afetando diretamente as ações que englobam esse universo. Como uma fábrica de estruturas metálicas, que trabalha com materiais vindos de outro país.

Nas últimas semanas um embate que vem possivelmente se formando é entre a Rússia e a Ucrânia. Atraindo a atenção de diversas entidades internacionais, como os órgãos voltados à manutenção dos direitos humanos, os centros comerciais, entre outras entidades.

Um conflito que se baseia em uma tensão que ocorre a anos, e apenas vem se intensificando nos últimos tempos, tratando-se de uma disputa cujas origens estão alinhadas a outros confrontos passados, com consequência visíveis até os dias de hoje.

Razões por trás da tensão entre Rússia e Ucrânia

A tensão entre a Rússia e a Ucrânia é baseada principalmente por questões de território, seguindo uma divisão de terras visitada como injusta entre as partes envolvidas, que alegam ter suas razões para defender a ocupação ou expulsão do governo ali presente.

Por mais que essa tensão tenha se intensificado nos últimos meses, essa não é a primeira vez que existe o crescimento de uma situação tensa entre os dois países, cujo último embate político ocorreu em 2014, a partir da anexação da Criméia ao território russo.

Na época o governo russo tomou para si a península da Crimeia, região cujo domínio era reconhecido pelo governo ucrnaiano. Durante essa crise política houve diversos protestos e ataques por parte do povo da Ucrânia, que era contra essa apropriação de espaço.

E no cenário atual a questão tecnológica também entra em disputa, com serviços como o de cabeamento de dados tendo uma importância, para garantir a circulação de notícias em tempo real sobre o que está acontecendo de verdade nos bastidores de um embate.

Este evento terminou com a queda do então primeiro-ministro ucraniano Víktor Yanukóvytch, acusado de favorecer a situação da Rússia, tendo associação com o país. 

Apesar da anexação do território da Crimeia, a comunidade internacional de forma ampla não reconhece essa ação como algo legal, identificando esse espaço como um território ucraniano ocupado por forças russas. Algo não bem visto pela Rússia, que clama o espaço.

Essa disputa política, no entanto, tem origens muito mais antigas, já que no passado a região da Ucrânia fazia parte do chamado Império Russo, tornando-se uma república da União Soviética em 1919. Estado que permaneceu até a queda do regime local.

Desde 1994 a Ucrânia é reconhecida como um país independente, por mais que exista uma separação cultural dentro do próprio governo, existe uma região mais próxima da fronteira com a Rússia, o que leva a uma população mais favorável à tal entidade política.

Uma situação que acaba por influenciar na tensão política local, impactando inclusive qualquer tipo de empreendimento que busque realizar negócios na região, seja na produção de dispositivo de proteção contra surtos atmosféricos ou qualquer negócio variado.

Apesar dessa questão histórica, existem motivos mais próximos que explicam a tensão atual entre a Rússia e a Ucrânia, com cada governo defendendo seus argumentos sobre uma possível invasão da Rússia perante a comunidade internacional.

O cenário atual dessa tensão política

Assim como aconteceu em 2014, a tensão entre os dois países novamente ocorre por questões territoriais, diante da posição estratégica que a Ucrânia ocupa no mapa, fazendo fronteira tanto com a Rússia como com a União Europeia, chamando uma atenção global.

Com base nessa aproximação do país com o bloco europeu, o presidente da Rússia Vladimir Putin acusa uma crescente interferência da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) na região, colocando em risco o domínio russo local.

A posição da OTAN, inclusive, coloca esse conflito como algo de impacto mundial, por envolver os interesses de diversos governos.

Associação essa que se liga ao tratado feito em 1949, no qual um grupo de países buscavam inibir a expansão do bloco socialista na Europa. Entre os membros fundadores da OTAN estavam:

  • Estados Unidos;
  • Reino Unido;
  • França;
  • Canadá;
  • Países Baixos.

Entre muitos outros que até hoje possuem interesses na região. Agora por motivos comerciais, através de diferentes negócios de razão internacional, como uma empresa de monitoramento que oferece os seus serviços para governos de diferentes localidades.

Mas essa escalada de desentendimentos entre os dois países teve um crescimento maior a partir do final de 2021, no qual diversos sistemas de satélites identificaram uma maior movimentação da Rússia próximo da região de Kiev, capital da Ucrânia.

Ucrânia que junto à comunidade internacional faz alertas sobre uma possível invasão russa, levando o faro de Putin ser um ex-espião, com o intuito de expandir o seu poder por meio de um domínio global, tendo um certo favoritismo ao período da União Soviética.

A Rússia, por outro lado, nega essa possibilidade por meio do Kremlin, o centro de inteligência russa, que trabalha com a organização de estratégia de combate, proteção e segurança do país, com o auxílio de software de inteligência artificial e de outros artifícios.

Uma tensão que cresce a partir do momento que outros jogadores passam a ter presença dentro desse tabuleiro internacional, com alguns países expondo suas opiniões sobre esse conflito, inclusive assumindo um lado sobre esse conflito até o momento não declarado.

Uma situação que leva a um real questionamento sobre a proximidade de um possível ataque de invasão a ocorrer na Ucrânia por parte da Rússia, o que elevaria a um grande conflito internacional, passando pelos setores sociais, econômicos e comerciais.

Existe uma possibilidade de guerra?

Para esse questionamento não existe uma resposta clara, ao menos não no momento, já que diversos são os tópicos que precisam ser analisados, associados ao interesse de cada mercado, junto aos benefícios e perdas de um possível embate direto entre os governos.

Até porque o cenário político não trabalha com o mesmo sistema de comando e sinalização presente nos setor industrial, por exemplo, no qual os interesses dos países envolvidos podem não ser muito claros para quem se encontra em uma posição distante.

A Rússia, no caso, apesar de ter um claro interesse na região, segue a negar algum planejamento tático em relação ao local. Provavelmente por estar em busca de realizar um domínio sem a encendida de uma invasão física.

Contando com o apoio de parte da população ucraniana, nas regiões que fazem fronteira com o país russo. Para o lado da Ucrânia, existe um certo isolamento, pois mesmo contando com apoio da OTAN, o grupo não pode agir na região.

Isso pelo fato do país não constar na lista de aliados que estão associados a esse tratado político. O que aumenta os questionamentos sobre qual seria a reação da Ucrânia diante uma invasão direta, por não ter poder bélico para reagir de forma correspondente.

Logo, por mais que não exista uma resolução clara sobre uma possível guerra na região, os índices nunca estiveram tão altos nesse sentido.

Aumentando assim a tensão entre os moradores locais, estocando alimentos, produtos contra incendio, entre outras necessidades. Pois se um embate político pode ser ruim para o mercado internacional, a situação é pior para a população da região.


Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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