Florestas plantadas de eucalipto da Aperam BioEnergia no Vale do Jequitinhonha Arquivo Aperam
Florestas plantadas de eucalipto da Aperam BioEnergia no Vale do Jequitinhonha Arquivo Aperam

Neste dia 21 de setembro, quarta-feira, o Brasil celebra o Dia Mundial da Árvore. Num momento em que os países correm para conter os efeitos do aquecimento global, uma vez que não conseguiram reduzir as emissões como acertado no Acordo de Paris, em 2015, remover carbono da atmosfera se tornou a última grande chance de o Planeta conseguir limitar o aumento das temperaturas em até 2ºC até o fim deste século, evitando o agravamento de eventos climáticos extremos. 

Saiba como as florestas plantadas com manejo sustentável podem ser decisivas nesse processo:

Recuperam áreas degradadas.  As florestas plantadas cumprem importante papel social, ambiental e econômico, na medida que reflorestam áreas degradadas, contribuem para manter a disponibilidade da água e dos nutrientes no solo e amenizam a pressão sobre as florestas naturais.

Preservam matas nativas. As empresas florestais brasileiras preservam cerca de 5,6 milhões de hectares de florestas nativas, ou seja, para 100 hectares plantados, 60 são preservados, mais do que as exigências legais. Um exemplo é a Aperam BioEnergia, que cultiva 76 mil hectares de eucalipto e preserva 40 mil hectares de mata nativa no Vale do Jequitinhonha. 

Geram riqueza no campo e evitam o êxodo rural. Para cada R$ 1 milhão produzido pelo setor de árvores cultivadas brasileiro, é gerado R$ 1 milhão em renda indireta ou induzida. A atividade impulsiona os serviços de terceiros e as economias das localidades onde estão inseridas, estimulando o desenvolvimento em regiões afastadas dos grandes centros.

Removem carbono da atmosfera. Além de contribuir diretamente com as remoções de carbono da atmosfera, a manutenção de áreas de conservação e a restauração de áreas degradadas evitam novas emissões por mudanças no uso do solo, colaborando também com mais remoções e estocagem de CO2. Por meio de uma biomassa gerada na produção de carvão vegetal, chamada Biochar, a Aperam BioEnergia conseguiu comprovar, em um projeto piloto, a retirada de mais de mil toneladas de CO2 da atmosfera, fazendo a primeira venda de uma empresa brasileira no novo mercado de remoção de carbono.

Preservam a biodiversidade. Os silvicultores desenvolvem diversos projetos ambientais, como o monitoramento de fauna, flora, conservação e proteção de corredores ecológicos. Em seu programa de monitoramento da fauna, a Aperam BioEnergia, por exemplo, identificou mais de 250 espécies de aves (três ameaçadas de extinção), além de 33 espécies de mamíferos de médio e grande porte (sete delas ameaçadas de extinção).

Manejo de pragas. Esse controle pode ser explicado por meio de um exemplo prático: a Aperam BioEnergia mantém um projeto de Doação de Inimigos Naturais, beneficiando comunidades no  Vale do Jequitinhonha, com a doação de inimigos naturais desenvolvidos pela empresa, por meio de parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais do município, reduzindo de 50% a 60% o custo dos produtores com o controle de pragas em suas florestas. 

Geram produtos sustentáveis. De acordo com a Indústria Brasileira de Árvores, a partir dessa importante cadeia, são feitos mais de 5.000 bioprodutos essenciais, como embalagens de papel, livros, cadernos, papel higiênico máscaras cirúrgicas, pisos laminados, painéis de madeira, carvão vegetal para produção de aço verde, entre tantos outros. Itens que são fundamentais em nosso cotidiano, têm origem renovável, são recicláveis e biodegradáveis.

Atuam na conscientização  contra incêndios florestais. A Aperam BioEnergia realiza campanhas de conscientização em todas as comunidades como a Semana Integrada de Proteção a Incêndios (SIPIN). Além disso, possui uma  estrutura formada por torres de observação, guardas florestais em veículos equipados, caminhões pipa e equipes especializadas em locais estratégicos para manter a vigilância constante nas áreas verdes.

Geram energia renovável. O uso de madeira para produção do carvão vegetal produzido a partir de plantios florestais tem apresentado tendências de crescimento na matriz energética brasileira, num momento em que o mundo corre para substituir as fontes fósseis de geração de energia, como carvão mineral. A Aperam BioEnergia utiliza 100% de carvão vegetal, o que somada à remoção de carbono de suas florestas plantadas, levou a empresa a obter o balanço neutro em carbono na produção do Aço Verde Aperam. 

Preservam o solo. Por meio do cultivo mínimo, após a colheita, cascas, folhas e galhos que possuem a maior parte dos nutrientes da árvore, permanecem no local e incorporam-se ao solo como matéria orgânica, o que aumenta a permeabilidade do solo, melhorando também sua fertilidade e estrutura, além de ampliar a micro e macro fauna. No período chuvoso, como exemplo, elas absorvem e retêm a água que cai no solo, evitando possíveis erosões. Segundo estudos realizados pela Indústria Brasileira de Árvores (IBA), a floresta, seja ela natural ou plantada, funciona como um amortecedor para o solo. Parte da chuva é interceptada pelas copas e troncos, chegando ao solo com menos impacto e infiltrando maior volume de água. 

Fonte: Aperam South America, Embrapa e Indústria Brasileira de Árvores