EDP (Foto: Reprodução Facebook)
EDP (Foto: Reprodução Facebook)

A EDP, empresa que atua em todos os segmentos do setor elétrico, conquistou o 1º lugar no ranking geral da carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, antiga BM&F Bovespa. A Companhia ocupa o topo de uma seleta lista de 34 empresas. 

Nesta edição, o ISE avaliou as dimensões de Capital Humano, Governança Corporativa e Alta Gestão, Modelo de Negócios e Inovação, Capital Social, Meio-Ambiente, e Clima. O processo de seleção da carteira teve uma reformulação relevante   em relação a 2021. As  principais modificações foram a substituição do formulário climático pelo Carbon Disclosure Project (CDP Clima),  setorização das perguntas e penalização por evidências rejeitadas.

Este é o 16º ano consecutivo em que a EDP figura no índice. Iniciativa pioneira na América Latina e quarto no Mundo, o ISE B3 foi criado em 2005. O objetivo é ser referência do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas selecionadas pelo seu reconhecido comprometimento com a sustentabilidade empresarial, além de apoiar investidores na tomada de decisão e induzir empresas a adotarem práticas ESG.

“Para nós, é motivo de orgulho sermos classificados em 1º lugar no mais respeitado índice de ESG do mercado brasileiro de capitais. Em 2021, apresentamos ao mercado nosso mais ambicioso plano de investimentos, que demonstra uma firme aposta nas energias renováveis e na estratégia ESG. Acreditamos que, nesta década, as companhias terão um papel fundamental no controle das Mudanças Climáticas e a EDP quer protagonizar este movimento, em alinhamento com sua estratégia global de liderar a transição energética, agindo hoje para mudar o amanhã”, afirma João Marques da Cruz, CEO da EDP no Brasil.

Em nível global, em novembro, o grupo EDP foi reconhecido pela S&P Dow Jones Índices como a empresa mais sustentável do setor elétrico no mundo entre 103 empresas avaliadas, conseguindo sua melhor avaliação no Índice, no qual figura há 14 anos consecutivos. Entre os 27 critérios analisados, o grupo EDP obteve a pontuação máxima em oito, recebendo assim a distinção de “Best in Class”.

Compromissos e ações em ESG

Em 2021, a EDP foi pioneira ao se tornar a primeira empresa do setor elétrico brasileiro a criar uma vice-presidência de Pessoas e ESG. A instância está focada em reforçar a integração do tema aos negócios, além de aumentar ainda mais a sua integração nos processos de tomada de decisão.

A Companhia é também a primeira empresa do setor de energia na América Latina e de grande porte no Brasil a ter sua meta de redução de emissões de CO2 aprovada pela iniciativa internacional Science Based Targets (SBTi), que mobiliza empresas a assumirem compromissos de diminuição da liberação e de gases relacionados ao efeito estufa de forma baseada na ciência.  A EDP assumiu publicamente o compromisso de, até 2032, reduzir em 85% a intensidade de suas emissões face a 2017, deixando de produzir aproximadamente 8 milhões de toneladas desses gases. Dentro da sua estratégia de negócios, pretende chegar a 1GWp de energia fotovoltaica até 2025 – ampliando em mais de 20 vezes o tamanho do seu parque de energia solar no Brasil em relação a 2020.

A Empresa vem ainda ampliando suas ações de inclusão, sendo uma das cinco empresas listadas em bolsa no Brasil com maior participação feminina em seu Conselho de Administração. Na Companhia, as mulheres têm 33% de participação nessa instância administrativa, o triplo da média nacional. Os esforços englobam ainda iniciativas como a criação da primeira Escola de Eletricistas exclusiva para Mulheres e da primeira Escola de Eletricistas para Pessoas Trans, além da meta de preencher, até 2022, 50% de todas as suas vagas com pessoas de grupos hoje subrepresentados, como mulheres, pessoas negras, pessoas com deficiência, LGBTQIAP+ e com idade superior a 50 anos. 

Em outubro, a EDP foi apontada como uma das empresas mais transparentes na divulgação de informações sobre sustentabilidade, sendo selecionada para compor uma seleta lista de 14 organizações após estudo realizado pelo Observatório da Transparência, iniciativa do conselho consultivo no Brasil da Global Report Iniciative (GRI). A escolha levou em consideração critérios como divulgação do relatório de sustentabilidade em momento oportuno, avaliação por uma instituição independente e coerência das informações em relação ao que se divulga em releases ou no Formulário de Referência enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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