Foto: Andre Furtado

Uma boa notícia para quem pretende morar no Canadá: o governo acaba de suspender a limitação de 20 horas semanais de trabalho aos estudantes. A decisão se deve à dificuldade de preencher às milhares de vagas disponíveis nesse momento de retomada econômica pós-pandemia. Para tirar todas as dúvidas sobre como estudar e trabalhar no país, a SEDA Intercâmbios, agência que já levou mais de 5 mil estudantes ao exterior, irá realizar um masterclass com Diego Paiva, consultor de imigração, no dia 31 de outubro às 20h. Os interessados devem se inscrever no link: https://bit.ly/eu-no-canada.

O governo canadense espera atrair mais de um milhão de estrangeiros nos próximos anos a fim de suprir a alta demanda por mão de obra. E, engana-se quem pensa que as oportunidades oferecidas são apenas para subempregos. Existem milhares de vagas abertas nos mais variados segmentos, entre eles, tecnologia, saúde e negócios. É possível garantir o ingresso em um programa de estudo e trabalho com um investimento inicial de apenas 500 dólares canadenses (CAD), cerca de R$ 1.800 reais.

O Ministro da Imigração, Refugiados e Cidadania, Sean Fraser, explicou os motivos da decisão. “Essa medida proporcionará que muitos estudantes internacionais tenham a oportunidade de obter uma valiosa experiência de trabalho no Canadá e aumentará a disponibilidade de trabalhadores para sustentar o crescimento do nosso país”. Estima-se que cerca de 500 mil estudantes que já estão no país serão beneficiados com a medida.

A decisão entra em vigor no dia 15 de novembro e, fica vigente até 31 de dezembro de 2023, podendo ser prorrogada. Para Helicon Alvares, CEO da SEDA, a mudança irá beneficiar muitos brasileiros que sonham em morar no Canadá. “Ter a oportunidade de trabalhar em período integral significa que, além de custear todas as suas despesas no país, o estudante ainda terá recursos para viajar ou mesmo poupar, já que receberá em uma moeda que vale quase quatro vezes mais que o Real”, destaca.  

O custo de vida no Canadá varia conforme a cidade, mas, em geral, é possível viver muito bem com algo em torno de CAD 1.500 mil. O salário-mínimo no país é de CAD 13 por hora, o que significa uma renda mensal bruta de CAD 2.080 mil para estudantes que trabalharem em período integral.

Quem estava se programando para iniciar o projeto mais adiante e quer antecipar a viagem, pode contar ainda com um crédito estudantil que financia até 90% dos cursos em até 24 vezes, com carência de seis meses para começar a pagar. “Há uma análise de crédito humanizada, que entende que o intercambista está iniciando sua carreira e, através de sua capacitação e ingresso no mercado de trabalho, irá pagar o financiamento”, pontua Alvares.

Existem inúmeras opções de cursos em diversas áreas e níveis. Um curso de técnico de Custumer Service, por exemplo, com duração de seis meses na Toronto School of Management, sai por CAD$ 5.750,00. Um curso de pós-graduação em Product Management, com duração de um ano na Fleming College Toronto, sai por CAD$ 16 mil, e um MBA na renomada UCW – University Canadá West, com duração de dois anos, por CAD$ 32 mil. Um facilitador é que a maioria dos cursos não precisam ser pagos 100% no Brasil. Boa parte do investimento pode ser paga no decorrer do curso e, eventualmente, com os recursos que o aluno estiver ganhando com seu próprio trabalho no Canadá.

Alguns programas dão direito ao PGWP (Post-Graduation Work Permit Program), que é uma permissão para que o estudante trabalhe por até três anos após o término do curso. Os cônjuges dos alunos que se matriculam em cursos com direito ao PGWP recebem o visto com permissão de trabalho e, se tiverem filhos menores de idade, estes terão acesso a escola pública gratuitamente.

Quem não vê a hora de arrumar as malas, precisa fazer a inscrição no link: https://bit.ly/eu-no-canada.