Consultar o médico o mais breve possível em caso de suspeita é a melhor forma de iniciar um tratamento mais eficiente, garantindo qualidade de vida

Quando o assunto é HIV (Imunodeficiência Humana), é muito comum que algumas dúvidas comecem a surgir sobre o vírus. 

Pode ficar ainda mais confuso quando a AIDS começa a entrar na conversa, porém, ambas possuem suas particularidades que fazem com que as diferenças fiquem mais evidenciadas. 

Inicialmente, é importante pontuar que com os avanços da medicina, as pessoas portadoras do HIV dificilmente conseguem desenvolver a AIDS. 

Por sua vez, o HIV é uma sigla para vírus da imunodeficiência humana. Esse vírus é capaz de desenvolver a síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS). 

Como sabemos, o corpo humano é capaz de se livrar de alguns vírus, como a própria gripe. Entretanto, o mesmo não é apto para ficar livre do HIV. 

Isso significa que, uma vez que o vírus é contraído, você passará a viver para sempre com a doença, consequentemente, o portador deve acompanhar o vírus com equipamentos, como um aparelho para medir pressão arterial.

Por direito, as pessoas que são portadoras do HIV ou da AIDS, têm a liberdade de usufruir da educação, trabalhar, e ter acesso a saúde e direitos sexuais e reprodutivos como uma pessoa qualquer, que não possui o vírus. 

Atualmente, a medicina ainda não encontrou a cura para a infecção com o HIV. Contudo, há o tratamento para que a pessoa não desenvolva o estágio mais avançado do vírus, que é a AIDS. 

Ou seja, ter um acompanhamento médico com todos os recursos necessários, como um lençol hospitalar, até os medicamentos, é necessário para prevenir o avanço da doença. 

O tratamento do HIV é, comumente denominado como terapia antirretroviral, que também é conhecida pela sigla TARV. 

Os procedimentos para tratar o vírus é fundamental para que a pessoa consiga ter uma vida sem complicações de saúde, e além disso, as chances de transmitir o vírus para o parceiro são reduzidas drasticamente. 

Caso a pessoa não opte pelo tratamento, o HIV pode tornar o sistema imunológico cada vez mais sensível, e consequentemente, ficará ainda mais fácil para que outras doenças sejam contraídas. 

Dessa forma, na pior das hipóteses, não cuidar do avanço do vírus pode fazer com que a pessoa venha a óbito.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, os portadores do vírus não morrem “de AIDS”, mas sim, por doenças oportunistas que são contraídas pelo fato do sistema imunológico não estar fortalecido. 

Portanto, podemos observar que o sistema imunológico é uma das partes mais importantes do corpo humano, os cuidados devem ser feitos desde a alimentação, então, considere conhecer a importância da segurança biológica, para saber a procedência dos alimentos ingeridos. 

Quando se trata da AIDS, o diagnóstico relata a baixa quantidade de células de defesa (CD4), que estão presentes no sangue ou nas manifestações clínicas que resultam no surgimento de outras doenças oportunistas, como:

  • Tuberculose disseminada;
  • Pneumonia;
  • Infecções através de fungos;
  • Neurotoxoplasmose;
  • Diarreia.

Em 1982, quando os primeiros casos começaram a surgir, as terapias foram desenvolvidas justamente para evitar que o portador do vírus não desenvolvesse a AIDS e, consequentemente, contrair as doenças citadas acima. 

O que é o HIV?

O HIV, que em inglês significa human immunodeficiency virus e, traduzindo para o português brasileiro, é o vírus da imunodeficiência humana que ataca diretamente o sistema imunológico do corpo humano. 

Consequentemente, o organismo da pessoa infectada acaba enfraquecido, logo, outras infecções ficam cada vez mais fáceis de contrair. 

O alvo principal do vírus é o linfócito T-CD4 +, que por sua vez, é um tipo de célula de defesa produzida pela glândula timo. 

Essa célula é responsável por organizar e comandar a resposta do sistema imunológico, isso através da memorização dos tipos de micro-organismos que infectaram o corpo. Logo, é feito o reconhecimento para destruí-los. 

Quando o HIV é contraído por uma pessoa, o vírus se liga a um componente da membrana que reveste o linfócito T-CD4 + e o invade para se multiplicar. 

Nesse processo, ele altera o DNA do linfócito para que crie cópias do vírus. Depois que a multiplicação é feita, o linfócito é rompido, destruindo-o e se liga a outros para continuar a sua multiplicação. 

Por isso, conforme o HIV vai avançando, o sistema imunológico tende a ficar cada vez mais enfraquecido. 

A expectativa, nesses casos, é que o organismo não consegue mais combater outros agentes infecciosos. Para auxílio, é interessante considerar o uso de um suplemento mineral e vitamínico, para auxiliar o fortalecimento do sistema. 

Portanto, é de suma importância que o tratamento seja feito logo no início da descoberta do vírus, para que problemas maiores sejam evitados. 

O que é AIDS?

Na medida em que o vírus do HIV se desenvolve no organismo da pessoa, o sistema imunológico fica cada vez mais incapacitado para lidar com outras doenças. 

Diante disso, quando a doença chega nesse ponto, podemos considerar que a pessoa já está no estágio mais avançado do vírus, a AIDS. 

Resumidamente, a diferença entre HIV e AIDS é que o HIV é o vírus que pode desencadear a AIDS, que por sua vez, também é conhecida como síndrome da deficiência imunológica adquirida. 

Nesse momento, pode ser recomendado a prática de atividades físicas, então, pesquisas como “kit academia ao ar livre preço”, podem mostrar opções para que os portadores consigam desenvolver a saúde corporal. 

Ao contrair o HIV, dependendo do caso, o processo para alcançar a AIDS pode levar bastante tempo. No momento da infecção, o portador do vírus passa a ser considerado como soropositivo. 

Contudo, felizmente as pessoas que possuem a doença conseguem viver muitos anos com o vírus, sem desenvolver o HIV e, consequentemente, os sintomas da AIDS. 

Porém, mesmo com o tratamento, a infecção ainda pode ocorrer. As formas de contágio são:

  • Fazer sexo oral, anal ou vaginal sem preservativo;
  • Receber transfusão de sangue que esteja contaminado;
  • Utilizar instrumentos perfurocortantes sem a esterilização;
  • Na gravidez, com o parto e a amamentação.

De acordo com os estudos desenvolvidos desde o surgimento do vírus, a pessoa que faz o tratamento com os antirretrovirais tem a carga do HIV indetectável em exames no período de, ao menos, seis meses. Nesse momento, a transmissão nas relações sexuais não ocorre. 

Há o conceito de que quando o vírus é indetectável, é igual a intransmissível, no caso, trata-se de um consenso entre os cientistas e instituições de referência sobre HIV de abrangência mundial e está baseado em resultados científicos. 

Resultados estes que surgem de profissionais capacitados, munidos desde os jalecos de TNT, até equipamentos tecnológicos. 

A Secretaria de Vigilância em Saúde, em nota, destaca que compreender como ocorre a transmissão do HIV, e como evitá-la, é um conhecimento que pode ser compartilhado com todas as pessoas. 

É como levar a informação sobre o modo de funcionamento de um retentor de gotas, que por sua vez, funciona como uma maneira de equilibrar a temperatura das torres. 

O que são as DSTs?

As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) são vírus, bactérias ou microorganismos que conseguem transmitir doenças através das relações sexuais sem o uso do preservativo. 

O contágio das doenças ocorre quando o parceiro já possui alguma DST. Há leigos que pensam que os vírus podem ser passados através da conversação, logo, alguns usam produtos como máscara de algodão lavável, crente de estarem protegidos contra o vírus.

Geralmente, as doenças se manifestam através de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. 

As DSTs são compostas pelas seguintes doenças:

  • Herpes Genital;
  • Sífilis;
  • Gonorréia;
  • Hepatites Virais;
  • Donovanose;
  • Cancro Mole;
  • Linfogranuloma Venéreo;
  • Candidíase.

No caso da Herpes Genital, em específico, o uso da camisinha diminui o risco de transmissão do vírus. Porém, a infecção ainda pode ocorrer, e como o HIV, a Herpes também não tem cura, ou seja, a pessoa viverá a sua vida inteira com a doença. 

Principais sintomas

O diagnóstico da infecção pelo HIV é realizado através da coleta de sangue ou por fluido oral. Geralmente, o resultado do exame tende a estar pronto em 30 minutos. 

Após contrair o HIV, é muito comum que as pessoas ignorem a doença pelo fato dos sintomas serem semelhantes ao de uma gripe comum. 

Os principais sintomas são:

  • Febre persistente;
  • Tosse secas e prolongadas;
  • Excesso de suor noturno;
  • Rápida perda de peso;
  • Fadiga;
  • Infecções recorrentes.

Como podemos imaginar, a melhor forma para se proteger do vírus é, ainda, o uso do preservativo, portanto, não hesite em usá-lo. 

Felizmente, após tantas campanhas realizadas no Brasil e no mundo, o número de contágio conseguiu ser reduzido drasticamente. 

Contudo, ainda há pessoas que contraem o vírus, portanto, o preservativo é a principal dica para evitar problemas. 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Gostou dessas dicas? Se sim, compartilhe com seus familiares e amigos, e também em suas redes sociais. Receba conteúdo gratuito, diariamente, e siga-nos no Google News.