Os inscritos em um dos maiores programas sociais de transferência de renda, o BPC (Benefício de Prestação Continuada) já podem comemorar: o aumento no valor do benefício foi confirmado pelo Governo Federal e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

INSS confirma aumento no salário de titulares do BPCImagem: FDR

 

Atualmente, o valor do BPC é equivalente a um salário mínimo (R$ 1.412). Porém, com a nova medida do governo, os beneficiários receberão um aumento de R$ 250 no valor mensal do benefício.

A adição tem o objetivo de oferecer uma maior estabilidade financeira e melhorar a qualidade de vida daqueles que precisam do BPC para sobreviver. Segundo a especialista Laura Alvarenga,  o cidadão que recebe o BPC ou está interessado em solicitar o benefício, deve respeitar o limite de renda familiar per capita mensal de R$ 330,00.

Aumento do BPC 

  • O Governo Federal confirmou um aumento no valor do BPC;

  • Atualmente, o BPC é equivalente a um salário mínimo;

  • Com a nova medida, haverá um acréscimo de R$ 250 no valor mensal do benefício;

  • Oferecer maior estabilidade financeira aos beneficiários;

  • A proposta visa melhorar a qualidade de vida dos que dependem do BPC para sobreviver;

  • O beneficiário deve respeitar o limite de renda familiar per capita mensal de R$ 330,00;

  • Facilitará a compra de medicamentos necessários;

  • Deve melhorar a qualidade dos alimentos adquiridos pelos beneficiários;

  • Aumentará as possibilidades de acesso à moradia adequada para os beneficiários.

Quem pode receber o BPC?

O beneficiário do BPC ou o brasileiro interessado em solicitar o benefício, deve respeitar o limite de renda familiar per capita mensal de R$ 330,00. Além disso, é necessário estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico). Veja quais são os critérios para receber:

  • Idosos com mais de 65 anos com renda familiar per capita (por pessoa) de até um quarto do salário mínimo – R$ 261,25;

  • Pessoas com deficiência de longo prazo, que comprovem limitações físicas, intelectuais, mentais ou motoras; também com renda familiar per capita de até R$ 261,25;

  • Pessoas com transtornos mentais e/ou graves e permanentes problemas de saúde, comprovados por laudo médico e perícia do INSS; com a renda familiar descrita.

 

Marina Costa SilveiraJornalista formada pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP). Com experiência em redação, redes sociais e marketing digital. Atualmente, cursando o MBA em Marketing, Branding e Growth pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

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