Entre janeiro e junho de 2024, os segurados do INSS enfrentaram um cenário desafiador, com falhas nos sistemas da autarquia em 67 dias. Essa situação, que representa mais de dois meses de inoperância, comprometeu o acesso aos serviços previdenciários e gerou frustração entre os cidadãos.

A empresa pública Dataprev, responsável pela gestão de boa parte desses sistemas, tem enfrentado dificuldades que resultam em atrasos consideráveis. Com os sistemas fora do ar, o processo de análise documental e concessão de benefícios fica comprometido, forçando muitos indivíduos a uma espera prolongada. Continue a leitura para mais informações!

Como funcionam os sistemas do INSS?

Imagem: rafapress / shutterstock.com

O INSS possui uma infraestrutura digital que é crucial para a análise e aprovação de benefícios sociais. Logo, servidores do órgão previdenciário operaram esses sistemas. Eles utilizam as plataformas para verificar documentações e completar os procedimentos necessários para a concessão de benefícios. Portanto, quando esses sistemas falham, há a interrupção de todo o processo.

As instabilidades não são apenas inconvenientes isolados; elas afetam profundamente o ritmo de trabalho dos servidores e prolongam a angústia dos cidadãos à espera de uma resposta. Em maio deste ano, por exemplo, houve registro de sistemas fora do ar por 14 dias, afetando significativamente a produtividade e aumentando as filas de espera.

Quantas pessoas são afetadas pelas falhas?

Ademais, segundo dados do Portal da Transparência do Ministério da Previdência Social, mais de 987 mil pessoas aguardavam na fila de análise administrativa do INSS em maio de 2024. Isso revela não apenas o volume de demandas, mas também a urgência na resolução dessas falhas sistêmicas para atender a população eficientemente.

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A recorrência destas falhas enfatiza a necessidade de uma solução duradoura que possa prevenir futuros colapsos do sistema. Por fim, os servidores do INSS, já sob pressão constante para atender ao grande volume de solicitações, encontram-se ainda mais desafiados em suas tarefas diárias quando os sistemas não estão operacionais.

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