Como diz o ditado, a base de tudo na vida é a educação. Aprender coisas novas é uma constância da vida, e se é assim para tudo, não seria diferente nos negócios. Aprende-se, evidentemente, dentro da escola e das universidades, mas há um tipo de aprendizado único dentro das empresas, e que pode ser incorporado de uma maneira muito simples pelos gestores: o microlearning.

Em linhas gerais, esse estilo de aprendizagem surgiu para preencher uma grande lacuna do meio corporativo: ensinar em um curto período de tempo, em um formato dinâmico e sem perda de qualidade. Na prática, o microlearning consiste em uma forma de ensino mais rápida, compacta e que pode vir em inúmeros formatos, sendo o vídeo um dos mais utilizados, tanto pelo tempo, quanto pelo dinamismo.

Por meio dele, ficou ainda mais fácil de transmitir os aprendizados a uma quantidade maior de colaboradores dentro de uma empresa, além de agilizar inúmeros processos dentro das empresas.

As vantagens de aplicar o microlearning no meio corporativo

Quando bem implantado e planejado, o microlearning pode ser um dos maiores aliados da agilidade dentro das empresas. Isso porque, uma vez que boa parte dos aprendizados já está disponível às equipes, é possível repassá-los em tempo hábil, e, em caso de necessidade, inclusive repeti-los, para fixar o conteúdo.

É possível fazer microlearnings em diversos formatos, o que ajuda muito na hora de aprender novas funções dentro das empresas. É possível, por exemplo, criar um vídeo para instruir novos colaboradores ou mesmo disponibilizar tutoriais rápidos, em imagens, para ensinar o uso de uma nova ferramenta de trabalho adotada pela corporação.

Outro ponto de destaque é que o microlearning pode atuar tanto de forma direcional a uma equipe – quando o conteúdo é voltado a uma área da empresa específica e só tem utilidade, dessa forma, para esse time – quanto para todos os colaboradores, em casos de desempenhos gerais.

Um dos bons usos de microlearning focado para toda a empresa é aquele voltado para ensino de cibersegurança, tão necessário nas empresas hoje e que pode (e deve) começar com as ações dos colaboradores internos. Um vídeo didático da equipe de TI, por exemplo, pode ser o diferencial na hora de abrir e-mails suspeitos, logar os computadores em redes desconhecidas ou mesmo abrir brechas de segurança sem intenção. 

Vale destacar que o microlearning também tem a vantagem de ter um rápido compartilhamento – muitas vezes, ele não passa de um arquivo leve, a ser disponibilizado em inúmeros canais –, um conteúdo e um formato personalizáveis, que se adaptam às necessidades das empresas, e uma manutenção muito simples.

Um ponto de atenção

Ainda que os microlearnings sejam uma forma de aprendizagem, eles não substituem anos de investimento em educação. Um profissional de saúde precisa passar por uma faculdade de enfermagem ou outra da área, por exemplo, para exercer bem sua função. Não será um microlearning que ensinará os detalhes praticados por anos de estudo!

Dessa forma, é preciso priorizar os conteúdos e organizá-los, para atender necessidades corriqueiras.