O Rio de Janeiro atingiu um marco histórico em sua economia, alcançando o número recorde de 3,3 milhões de trabalhadores ocupados em 2023, após a criação de 522 mil empregos nos últimos três anos. Os dados divulgados pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Econômico revelam um período de forte crescimento econômico na cidade, impulsionando significativamente o mercado de trabalho e contribuindo para a redução do desemprego.

Nesta quarta-feira (19), a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Econômico (SMDUE) do Rio de Janeiro divulgou dados que evidenciam um período de crescimento econômico robusto na cidade. De acordo com as informações, entre o último trimestre de 2020 e o mesmo período de 2023, foram criados 522 mil empregos formais e informais, elevando o número de pessoas ocupadas para 3,3 milhões em 2023, o maior índice já registrado desde o início da série histórica em 2012.

Os números, calculados com base em dados do IBGE e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério do Trabalho e Emprego, destacam o impacto positivo das políticas econômicas implementadas na cidade nos últimos anos. Este crescimento não apenas fortaleceu o mercado de trabalho, mas também contribuiu para a redução da taxa de desemprego, que alcançou 9,1% em 2023, o menor índice desde 2016. Além disso, a taxa de informalidade ficou em 33,7% no último trimestre de 2023, abaixo da média nacional.

Chicão Bulhões, secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e Econômico, atribui esse sucesso econômico a uma série de iniciativas e projetos estruturantes que têm impulsionado investimentos e oportunidades de trabalho na cidade. Segundo ele, “o que gera emprego é a economia girando, e vimos que a economia da cidade do Rio está bastante aquecida. Nesses três últimos anos, há uma lista enorme de ações, projetos estruturantes e iniciativas que resultam, no final, em mais investimentos e geração de emprego para os cariocas”.

A análise detalhada dos dados revela que 327 mil pessoas conseguiram sair de categorias de vulnerabilidade no mercado de trabalho durante o período analisado, conforme critérios estabelecidos pelo IBGE. O setor de serviços liderou a criação de empregos formais na capital, respondendo por 75,6% das novas vagas criadas, seguido pela construção civil com 10,7%, comércio com 8,6% e indústria com 5,2%.

De 2021 a março de 2024, o Rio de Janeiro gerou 280,1 mil novos empregos formais, consolidando sua posição como a segunda cidade brasileira com maior geração de postos de trabalho formais, atrás apenas de São Paulo. Essas novas vagas representaram 48,6% de todos os empregos formais criados no estado do Rio de Janeiro neste período.

Com esses resultados positivos, o Rio de Janeiro reforça sua posição como um centro econômico dinâmico e promissor, oferecendo oportunidades de crescimento tanto para seus moradores quanto para investidores interessados na região.

Fonte: Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Econômico (SMDUE) do Rio de Janeiro

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