Thyssenkrupp
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Em novo avanço para tornar suas operações cada vez mais sustentáveis, a thyssenkrupp anuncia a obtenção do título de “Zero Aterro” para mais uma fábrica no Brasil. Após o alcance desse reconhecimento pela unidade Metalúrgica Campo Limpo, em Campo Limpo Paulista (SP), a divisão Springs & Stabilizers, localizada em São Paulo (SP), também chega a esse marco, em que 100% de seus resíduos sólidos são reciclados ou reaproveitados e deixam de ser destinados a aterros sanitários.

Para eliminar a disposição dos resíduos em aterros, a equipe de Meio Ambiente trabalhou no mapeamento, reaproveitamento e reclassificação de resíduos, além da destinação de entulho para fabricação de tijolos, de madeira para geração de biomassa e de resíduos para coprocessamento.

“A thyssenkrupp busca sempre tornar as atividades operacionais o mais sustentável possível para contribuir com a preservação do meio ambiente. Essa iniciativa contribui não apenas para eliminar a disposição de resíduos nos aterros, mas também possibilitar que o resíduo seja reaproveitado na forma de matéria-prima e, assim, completar o ciclo de vida útil dos insumos, favorecendo o desenvolvimento do negócio de forma responsável”, explica Sergio Savazzi, CEO da unidade Springs & Stabilizers da thyssenkrupp no Brasil.

Com esse novo modelo de gestão de resíduos, a empresa segue executando ações que, além de contribuir com a economia circular, também ajudam a reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa. Até 2030, a meta global da thyssenkrupp é diminuir em 30% a geração direta de CO2 relacionada aos processos produtivos e à energia utilizada.

Quando dispostos em aterros sanitários, os resíduos geram biogás por meio de decomposição da matéria orgânica. Composto principalmente por CO2 e metano, esse biogás, quando liberado na atmosfera sem tratamento, causa grande impacto no aquecimento global. Segundo especialistas, o setor de saneamento é uma grande fonte de produção de gás metano no Brasil, com o equivalente a 90MtCO2eq por ano, o que representa 5% das emissões brasileiras.

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