Ontem, o índice devolveu todos os ganhos que havia registrado na quarta-feira à tarde. Após ultrapassar os 130.000 pontos, o índice recuou 1.600 pontos, praticamente fechando nas mínimas do dia. O principal responsável por essa queda foi a Petrobras, que teve uma desvalorização de mais de 2%, impactando negativamente o índice ao longo do dia. Para quem opera no mercado, foi um dia difícil, com o índice caindo sem volatilidade e sem recuperação.

Análise detalhada

  • Abertura do mercado: O índice começou o dia com uma leve queda após um ajuste nas expectativas de juros decorrente das falas do Banco Central.
  • Desempenho ao longo do dia: A partir das 10 horas da manhã, quando as ações começaram a ser negociadas, o índice caiu de forma contínua até o fechamento, sem mostrar sinais de recuperação. A Vale também registrou uma queda de 0,2%, enquanto a Petrobras caiu 2,4%.
  • Setor financeiro: Os bancos também apresentaram quedas significativas, contribuindo para a baixa do índice.

Cenário internacional:

  • Mercados asiáticos: As bolsas asiáticas fecharam com comportamentos mistos. O índice Nikkei 225 do Japão subiu 0,18%, atingindo uma nova máxima histórica. Em contrapartida, Hong Kong e a China Continental registraram quedas de 2,16% e 0,95%, respectivamente.
  • Influência do dólar: O iene japonês está em uma faixa de 151-152 unidades por dólar, mostrando uma desvalorização frente à moeda americana.

Expectativas para hoje. Confira!

  • Bolsas americanas: As bolsas americanas fecharam em alta, renovando recordes, o que pode trazer algum alívio para o mercado nacional.
  • Bolsas asiáticas: Sem grandes indicadores divulgados, as bolsas asiáticas fecharam mistas, com destaque para as mineradoras em Sydney, que caíram devido à baixa das commodities.
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