Celular xiaomi redmi verde frente e verso
A empresa chinesa cada vez mais vem conquistando o mercado global, se notabilizando como uma das gigantes em tecnologia.

A Xiaomi é uma empresa que ganhou muito destaque recentemente. Considerada uma gigante no mundo dos eletrônicos, a companhia chinesa veio para o mercado com força, pronta para peitar grandes nomes internacionais.

Criada em 2010, a Xiaomi é uma empresa que trabalha em diversas áreas da tecnologia, desde hardware a sistema de gestão empresarial.

Ela se popularizou muito em questão de vendas de aparelhos celulares, perdendo espaço apenas para algumas das maiores e mais tradicionais empresas no mercado.

Além disso, a Xiaomi é uma grande investidora de novos projetos de tecnologia, chegando ao posto de maior startup de tecnologia durante o ano de 2014, e mantendo-se entre as maiores até hoje.

Por ser uma empresa com ascensão estrelar, muita curiosidade começou a rondar a mesma. As pessoas queriam conhecer mais sobre essa empresa e como ela em tão pouco tempo gerou resultados tão grandes.

Um dos principais elementos que fez o crescimento da Xiaomi, principalmente em países com capacidade de compra mais baixa, é o preço de seus dispositivos. 

Por isso, a empresa oferece produtos de qualidade com valores muito acessíveis, ideais para o consumo em massa com um adesivo Impresso da marca.

A própria criação da companhia é repleta de simbolismo e significado. O nome Xiaomi, por exemplo, significa “milhete” em mandarim.

Este é um cereal muito consumido na China, e por conta disso muitas pessoas acreditaram que o nome era uma resposta direta a Apple, gigante americana que também usa um alimento como nome.

Entretanto, a língua chinesa possui diversas referências diferenciadas e entendimentos complexos para termos e palavras. Uma outra interpretação mais aceita é que o nome da companhia vem de dois termos: Xiao, que significa pequeno, e Mi, que significa arroz.

Isso vai de encontro a filosofia budista, representando o nome da empresa com um ditado muito conhecido que diz “um pequeno grão de arroz é tão grandioso quanto uma montanha”.

A frase é muito ligada à Xiaomi uma vez que seu processo principal é trabalhar em pequenas coisas, com foco no processo de melhoria sendo realizado aos poucos e constantemente, como em sensores de segurança.

Conhecer a empresa e identificar algumas de suas curiosidades mais impressionantes ou divertidas pode ajudar a se comunicar melhor com a marca e optar se você deseja os produtos oferecidos por ela.

Por isso, é muito importante identificar alguns elementos principais dessa gigante de tecnologia para entender melhor como funciona a empresa que está cada vez mais ganhando espaço no mercado brasileiro e no mundo todo.

Curiosidades da Xiaomi

Conhecer uma empresa é entender parte de sua história, e identificar como ela conseguiu atingir o sucesso em que se encontra no momento com criação de um projeto executivo.

Assim, você saberá como lidar com esse tipo de interação de forma muito mais efetiva, escolhendo produtos de qualidade a longo prazo.

Muitas pessoas ainda têm receio de criar um relacionamento com a Xiaomi, principalmente por ela ser uma novidade para estas pessoas. Enfrentando nomes tradicionais no mercado de eletrônicos brasileiro, é difícil bater de frente e mostrar a que veio realmente.

Estas curiosidades podem mostrar quem faz a Xiaomi funcionar e porque a empresa tem conquistado tantos corações em tão pouco tempo, ampliando suas possibilidades em nível internacional, com diversas frentes como um sistema de climatização.

  1. As origens da Xiaomi

Engana-se quem pensa que a Xiaomi entrou no mercado como uma produtora de smartphones. Na verdade, o primeiro produto que a empresa lançou sequer era uma peça de hardware.

A skin MIUI foi lançada em 2010, como uma alternativa para a skin tradicional do Android, e muitas pessoas que usavam ROMs personalizadas acabaram adotando esse modelo, que era mais clean e mais amigável ao usuário.

Alguns dispositivos começaram a usar a skin como padrão de fábrica, mesmo algumas empresas consideravelmente grandes, que aplicaram o MIUI em suas configurações iniciais e ajudaram a popularizar ainda mais estes modelos, utilizado até mesmo em balão de propaganda.

Apenas no ano seguinte a empresa entraria na disputa dos smartphones, lançando seu primeiro hardware, o Xiaomi Mi 1. 

Ele foi o primeiro aparelho chinês com a tecnologia de chip dual-core. Hoje, a empresa trabalha com diversos itens como:

  • Smartwatch;
  • TVs inteligentes;
  • Tablets;
  • Dispositivos para Internet das Coisas.

Suas configurações acima da média foram um grande destaque, principalmente por conta do valor competitivo com o qual o aparelho entrou no mercado. Isso fez com que a empresa disparasse e mais de 300 mil unidades fossem vendidas ainda nos primeiros dias.

  1. Limitação de lucros

Um dos motivos que fez a empresa estourar logo em seu lançamento foi a questão dos preços, que eram muito abaixo dos concorrentes no mercado. Isso acontece por um motivo. Os produtos da empresa tem um limite de lucro líquido de até 5%.

Essa limitação foi criada pelo presidente da companhia, Lei Jun, e segue a proposta de oferecer produtos de qualidade elevada para pessoas com menor poder aquisitivo.

Essa limitação não se restringe a smartphones, entretanto, é aplicada em qualquer produto da empresa, junto com soluções ambientais.

Embora esse seja um gesto generoso e de transparência com os consumidores, alguns analistas tendem a acreditar que poucas são as companhias que de fato conseguem um lucro acima de 5%, e que por conta disso esse valor não faria tanta diferença.

Para estes profissionais, a Xiaomi pretende aumentar sua renda com serviços, otimizando outras atividades para conseguir se manter no topo e permitir que seus dispositivos ainda estejam acessíveis para o grande público.

  1. Lei Jun

O presidente da Xiaomi é o chinês Lei Jun, uma pessoa extremamente inteligente e grande admirador de Steve Jobs. Não para menos, ele é chamado comumente como o Steve Jobs da China.

Ainda na faculdade de Ciências da Computação, em 1987, Lei Jun leu o livro que conta toda a origem do Vale do Silício, a criação dos primeiros computadores pessoais e sobre as pessoas envolvidas neste processo.

Essa história inspirou o empreendedor a tornar-se CEO da Xiaomi, e até hoje Lei usa sua inspiração em jobs para o trabalho, tendo inclusive apresentado vários seminários e novos produtos usando roupas similares a de seu ídolo.

O cofundador da Apple, Steve Wozniak esteve em Pequim para conhecer a sede da Xiaomi como visitante, e teceu diversos elogios a companhia e a seu CEO, chegando a dizer que a empresa tem um enorme potencial dentro do mercado norte-americano.

  1. Xiaomi no Brasil

Quando chegou no Brasil, em 2015, a empresa teve uma série de problemas, e acabou tendo sua tentativa frustrada. O país foi o primeiro fora do continente asiático a receber os produtos, mas isso durou pouco menos de um ano.

A companhia chinesa decidiu que não era vantajoso produzir serviços de informatica no Brasil depois de diversas alterações de impostos e revogação de incentivos fiscais, que acabaram tornando pouco lucrativa a empreitada.

A empresa só retornou ao país em 2019, mas não diretamente, e sim através de uma parceria com uma empresa nacional de eletrônicos. Foi então que a Xiaomi começou a oferecer uma série de produtos diferenciados que atraíram a atenção do público.

O maior produto à venda no mercado nacional ainda é o smartphone, mas muitos dispositivos de internet das coisas têm ganhado destaque e aceitação no mercado nacional, garantindo uma alta procura destes produtos no país.

  1. Carros elétricos

Uma das mais recentes investidas da Xiaomi no mercado de tecnologia envolve o mercado automobilístico também. A empresa criou uma divisão direcionada especificamente para este fim, buscando formas de criar carros elétricos com um preço bom e funcionais.

O próprio Lei Jun tomou a situação em suas mãos, e está a frente desse processo de produção, que já conta com centenas de funcionários e bilhões de yuan, moeda oficial da China, investidos.

Essa divisão também comprou recentemente uma startup focada em inteligência artificial, e planeja iniciar pesquisas e investimentos no setor de direção autônoma para revolucionar ainda mais a forma como os veículos são utilizados.

Os primeiros carros elétricos da Xiaomi estão previstos para produção em 2024, e os carros com direção autônoma ainda estão apenas em campos de pesquisa, mas essa movimentação mostra o pioneirismo e a vontade de mudanças que a companhia busca apresentar em seus produtos.

Considerações finais

Seja através de seus carros chefes ou de produtos diferentes e inovadores, como escovas de dente inteligentes e instrumentos musicais que podem ser conectados a smartphones, a Xiaomi veio para mostrar inovação e qualidade com acessibilidade.

Seus preços mostram um interesse genuíno na democratização do uso da tecnologia, e isso tem gerado uma aceitação muito grande da parte do público, que entende e confia em uma marca que olha por eles.

Por conta disso, a Xiaomi segue em constante crescimento, buscando resultados cada vez melhores no mercado e se estabelecendo como um pilar do mercado de tecnologia como um todo.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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