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CO2

ERNANI SARTORI

Cientista

 

Durante o macartismo as pessoas sofriam violentas investigações e qualquer suspeita, qualquer denúncia, mesmo infundada, era dada como certa e as pessoas então eram ameaçadas, perseguidas, torturadas, tinham carreiras destruídas e até levadas ao suicídio, mesmo não tendo nada a ver com a questão. Era o poder avassalador da mídia numa direção só que tomava conta dos pensamentos e não dava vez às pessoas. Pouco antes, Goebbels, o ministro das comunicações de Hitler já dizia que uma mentira repetida mil vezes se torna uma verdade. No macartismo e no nazismo, ninguém podia nem sequer humanamente achar que tudo aquilo era abuso e violação que a pessoa já era incluída nas perseguições e torturas. Os fundamentos do macartismo eram intensos na mídia, até que a opinião pública dos EUA, com decisivas ajudas de pessoas de influência na sociedade, ficaram indignadas e revoltadas com tanta violação dos direitos individuais que puseram fim a essa “caça às bruxas” e levaram McCarthy e seus seguidores à decadência e ao ostracismo.

 

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Vejo muita semelhança do macartismo com aqueles que comandam a questão das “mudanças climáticas causadas pelo CO2”. E também percebo que o mundo não evoluiu muito. Vamos ver. O macartismo tinha “fundamentos infundados” e uma mentira repetida mil vezes tornava-se uma verdade; dogmas ou pilares dos empíricos do CO2 e suas revistas predadoras da verdadeira ciência são infundados e mentiras repetidas mil vezes tornam-se verdades e influenciam multidões e tomadores de decisões. O macartismo tinha poder de mídia avassalador que tomava conta dos pensamentos da população; os empíricos do CO2, suas revistas e sua imprensa também. As pessoas não podiam discordar do macartismo; hoje em dia ninguém pode discordar dos empíricos do CO2 e de suas revistas predadoras da verdadeira ciência que é taxado de cético e é rejeitado – mas, os empíricos, por não conhecerem a verdadeira ciência, não sabem que esta estimula o ceticismo para sempre avançar – mas os empíricos do CO2 não permitem isso. O macartismo publicava o que bem entendia na imprensa; os empíricos do CO2 também. O macartismo manipulava dados e informações; os empíricos do CO2 também fraudam (vejam o CLIMATEGATE, o ‘taco de hóquei’, o NASAGATE, etc – p.ex., em artigos meus). A imprensa do macartismo não dava vez nem liberdade aos outros; a grande imprensa atual não dá vez nem liberdade de expressão a outros para mostrarem a verdade cientifica. O macartismo e sua imprensa faziam a grande parte da população acreditar que tudo aquilo era certo; os empíricos do CO2, suas revistas e sua imprensa também. O macartismo era intimidatório e ameaçador; o Al Gore, porta-voz político dos empíricos do CO2, disse “Precisamos punir os negadores das mudanças climáticas [causadas pelo CO2]” – como não conseguem convencer pela ciência, querem “convencer” pela força e pela fraude – parece já ser atos de desespero. Na época do macartismo, a população e algumas pessoas de influência na sociedade, corajosa e destemidamente começaram a ficar indignadas com tanta falta de direitos, se revoltaram e puseram o macartismo no ostracismo; uma boa parcela da opinião pública mundial atual já está muito indignada com tanta falta de ciência e tanta fraude dos empíricos do CO2, de suas revistas, de sua imprensa e está no caminho para conduzir essa turma à decadência e ao ostracismo.

Dados, conhecimentos, métodos e “modelos” empíricos são aqueles que vêm exclusivamente da experiência ou da observação e, portanto, os empíricos vagam ao léu de acordo com as variações e incertezas experimentais e assim não adquirem e não dão rumo certo e definido porque não conhecem a verdadeira teoria que dá a direção correta. Um estudante de outra área demorou 2 anos fazendo medições num experimento para sua tese e quando as concluiu ele disse que não sabia o que fazer com elas. Faltou a ele conhecimento da parte teórica para entender o que estava acontecendo e saber dar rumo à pesquisa e aos resultados.

E é essa base de conhecimentos que os conduzem a absurdos e insanidades científicas e até a manipulações de dados reais para os ajustarem aos absurdos que afirmam e impõem. Os poucos conceitos físicos teóricos usados pela NASA e NOAA (gurus dos empíricos) e pelo IPCC (instância máxima oficial sobre questões climáticas do mundo) são errados e não correspondem às catástrofes que afirmam! Como pode uma ciência andar certo dessa forma? É por isso que dizem muito, mas provam nada. E, ao contrário da verdadeira ciência que nunca se esgota e está sempre aberta a avanços, essa turma diz que tudo está estabelecido e não aceita correções. A limitação é grande!

Com concentração de cerca de 0,039% na atmosfera e sem nenhum poder especial e cuja influência na temperatura é de menos de um por cento, o CO2 não tem poder de comandar a temperatura e o clima. Assim, não há razão cientifica que justifique ligar a temperatura do ar somente ao CO2, pois a atmosfera não funciona só com o CO2 e sua radiação. Mas, os empíricos do CO2 adotam sua própria “ciência” (com conhecimentos, métodos, conceitos e “modelos” muito particulares e imaginativos – “achismos”) que não leva em conta os verdadeiros princípios físicos e eles desprezam tudo o que for diferente do que dizem. E as revistas deles e a grande imprensa só publicam trabalhos deles.

Essa turma chegou a criar a tal “geoengenharia” com propostas absurdas e insanas para deliberadamente afetar a atmosfera e o planeta como a de jogar água e sal para cima para “parar o aquecimento global”. Ora, além de não resolverem o que propõem porque não conhecem a verdadeira ciência por trás das verdadeiras mudanças climáticas que podem sim ser causadas por certas atividades humanas, mas que não são do jeito que dizem, se mais água e sal forem jogados para cima, mais água e sal voltarão, como já acontece por causa das termelétricas, nucleares, indústrias, veículos, etc, que jogam milhões de toneladas de água e partículas a todo instante para o alto e esta água tem de voltar e volta em quantidade e distribuição temporal e espacial irregulares, enchentes. E as partículas alteram o comportamento natural da atmosfera, assim como o sal também faria isso. Além de muitas outras propostas absurdas, publicadas por universidades, revistas e mídia do mundo inteiro.

A grande imprensa, incluindo a Wikipédia, só divulga artigos que falam em aumento do nível do mar em até 4 mm/ano (é importante mencionar que esses valores deles não são frutos de medições, mas oriundos de simulações por “modelos” dessa turma que não conhece até mesmo princípios físicos básicos) e ela esconde trabalhos como um de Portugal feito em cima das respectivas medições de 1906-2008, considerado o mais antigo e contínuo conjunto de dados do mundo na questão, as quais mostram que o nível do mar no período variou em – 0,70 mm/ano (negativo!) e que esse resultado não está de acordo com o aumento “global” do nível do mar de + 1-2 mm/ano dos empíricos do CO2. E os empíricos escondem e manipulam muitos outros dados e informações, que a imprensa vai atrás enquanto não dá vez a trabalhos sérios e científicos, só porque estes contradizem o status quo criado por um grupo (tipo macartismo) com o apoio lesivo da imprensa. A imprensa exige liberdade de expressão, mas só pra ela! Toda essa turma toma conta do pensamento do mundo e faz governos, instituições e grandes órgãos internacionais tomarem decisões só num sentido, errado, infelizmente!

Recentemente publiquei o artigo “Climate Changes: How the Atmosphere Really Works” que a imprensa também não deixa passar, mas que junto com o meu anterior derruba os dogmas ou pilares dos empíricos do CO2. Cientificamente!

 

 

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