Agrião: Descubra os benefícios para a saúde

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Nome popular: Agrião, Agrião-aquático, Agrião-d’água.

Nome científico: Nasturtium officinale R. Br.

Família: Cruciferae (Brassicaceae)

Origem: Europa.

Propriedades: Depurativo (eliminação de toxinas do sangue), antiescorbútico, diurético (faz urinar), antidiabético, anti-raquitismo, expectorante (expulsão do muco), ungüento, cicatrizante

Características: Herbácea perene, aquática, aromática, de 15 a 30 cm de altura. É amplamente cultivada no mundo como uma hortaliça de grande valor nutritivo, sendo também muito utilizada na medicina tradicional em várias regiões do país.

Parte usada: Folhas e caules de preferência frescos.

Usos: É considerada estimulante dos órgãos digestivos, diurética (faz urinar) e vermífuga, sendo empregada no combate ao raquitismo, contra atonia intestinal, escrofulose e afecções escobúrticas e broncopulmonares.

Forma de uso / dosagem indicada: Em uso externo é empregado na forma de cataplasma, na cicatrização de feridas. Suas folhas na forma de salada são indicadas contra o bócio, anemia, tuberculose, diabetes, e como antídoto contra os efeitos tóxicos da nicotina.

Agrião

Para afecções pulmonares, tosses e bronquite, é recomendado o seu xarope preparado com 1 colher (de sopa) de folhas e ramos picados em 1 xícara (de chá) de açúcar cristal, fervendo até derreter. Em seguida, acrescente uma colher (de sopa) de mel de abelha e tomar 1 colher (de sopa) da mistura, 2 a 3 vezes ao dia.

Recomenda-se também o uso externo no tratamento de problemas de pele (como sardas, acne, afecções, manchas, eczemas) e para problemas da mucosa bucal (aftas e gengivites), o seu extrato alcoólico preparado com 2 colheres (de sopa) de folhas e talos amassados, 1 xícara (de café) de álcool de cereais, e 1 xícara (café) de glicerina.

Cultivo: Multiplica-se tanto por sementes quanto por estaquia, devendo ser plantada na beira de córregos com água corrente. Existe uma variedade que cresce em terreno normal.

Referências bibliográficas:
Lorenzi, H. et al. 2002. Plantas Medicinais no Brasil.
Vieira, L. S. 1992. Fitoterapia da Amazônia.

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