Os benefícios da banana incluem a redução dos riscos de câncer e asma, a redução da pressão arterial, o melhoramento da saúde do coração e promove a regularidade intestinal e a banana envolvem também o emagrecimento porque a banana tem fibras que diminuem o apetite e o aumento do bem estar pois a banana faz aumentar a produção do hormônio serotonina que melhora o humor. e prevenção de varias doenças como.
Benefício da Banana Para Pressão arterial: A baixa ingestão de sódio é essencial para a redução da pressão arterial, no entanto o aumento da ingestão de potássio pode ser igualmente importante por causa de seus efeitos vasodilatadores. De acordo com a Pesquisa Americana de Saúde e Nutrição, menos de 2% dos adultos norte-americanos atende a recomendação diária de 4.700 mg. Uma alta ingestão de potássio está associada a uma diminuição de 20% do risco de morte por problemas arteriais.
Benefício da Banana Para Asma: Um estudo descobriu que as crianças que comiam uma banana por dia tinham 34% menos chance de desenvolver asma.
Benefício da Banana Para Câncer: Consumir bananas, laranjas e suco de laranja nos dois primeiros anos de vida pode reduzir o risco de desenvolvimento de leucemia infantil. Como uma boa fonte de vitamina C, a banana pode ajudar a combater a formação de radicais livres que podem causar câncer. A alta ingestão de fibra de legumes e frutas como a banana está associada com um risco reduzido de câncer colo retal.
Benefício da Banana Para Doenças do coração: O teor de fibra, potássio, vitamina C e B6 nas bananas contribui para a saúde do coração. Um aumento na ingestão de potássio, juntamente com uma diminuição na ingestão de sódio é a mudança de hábito alimentar mais importante que uma pessoa pode fazer para reduzir os riscos de doenças cardiovasculares. Um estudo revela que pessoas que consomem 4.069mg de potássio por dia tem um risco 49% menor de morte por doenças isquêmicas do coração em comparação com quem consome apenas 1.000 mg por dia. Consumos elevados de potássio também estão associados com um risco reduzido de acidente vascular cerebral (AVC), a proteção contra a perda de massa muscular e a preservação da densidade mineral óssea.
Benefício da Banana Para Diabetes: Estudos têm demonstrado que os diabéticos tipo 1 que adotam dietas ricas em fibras têm níveis sanguíneos de glicose inferior e diabéticos tipo 2 pode ter redução de açúcar no sangue, lipídios e os níveis de insulina. Uma banana média fornece cerca de três gramas de fibra.
Benefício da Banana Para Tratamento da diarreia: alimentos leves, como o molho de maçã e banana são recomendados para tratamento da diarreia. Eletrólitos como potássio são perdidos em grandes quantidades durante episódios de diarreia e pode fazer as pessoas afetadas se sentirem fracas. As bananas também contêm triptofano, um aminoácido que estudos sugerem desempenhar um papel na preservação da memória e impulsionar o seu bom humor.
Benefício da Banana Para os Ossos: A Banana ajuda a fortalece os ossos e melhorar a densidade óssea no corpo. Ela contêm fruto oligossacarídeos, que ajudam na absorção de nutrientes essenciais como Cálcio e Magnésio. As Bananas verdes possuem ácidos gordos de cadeia curta, o que torna ainda mais benéfico na melhoria da saúde dos ossos.
Benefício da Banana para Visão: A Visão podem ser melhorada através do consumo da Banana diariamente. Ela contém alfa e beta-caroteno e Vitamina A, que ajuda na proteção da retina do olho. Degeneração macular relacionada com a idade pode ser impedida pelo seu consumo.
Informações complementares
Banana, pacoba ou pacova[1] é uma pseudobaga da bananeira, uma plantaherbácea vivaz acaule da família Musaceae (género Musa – além do géneroEnsete, que produz as chamadas “falsas bananas”). São cultivadas em 130 países. Originárias do sudeste da Ásia são atualmente cultivadas em praticamente todas as regiões tropicais do planeta.
Vulgarmente, inclusive para efeitos comerciais, o termo “banana” refere-se às frutas de polpa macia e doce que podem ser consumidas cruas. Contudo, existem variedades de cultivo, de polpa mais rija e de casca mais firme e verde, geralmente designadas por plátanos, em língua espanhola, banana-pão oubanana-da-terra, em português, ou plantains, em inglês, que são consumidas cozinhadas (assadas, cozidas ou fritas), constituindo o alimento base de muitas populações de regiões tropicais. A maioria das bananas para exportação é do primeiro tipo, ainda que apenas 10 a 15 por cento da produção mundial seja paraexportação, sendo os Estados Unidos e a União Europeia as principais potências importadoras.
As bananas formam-se em cachos na parte superior dos “pseudocaules” que nascem de um verdadeiro caule subterrâneo (rizoma ou cormo) cuja longevidade chega a 15 anos ou mais. Depois da maturação e colheita do cacho de bananas, o pseudocaule morre (ou é cortado), dando origem, posteriormente, a um novo pseudocaule.
As pseudobagas formam-se em “pencas” com até cerca de vinte bananas. Os cachos de bananas, pendentes na extremidade do falso caule da bananeira, podem ter 5 a 20 pencas e podem pesar de 30 a 50 kg. Cada banana pesa, em média, 125g, com uma composição de 75% de água e 25% de matéria seca. Bananas são fonte apreciável de vitamina A, vitamina C, fibras e potássio.
Ainda que as espécies selvagens apresentem numerosas sementes, grandes e duras, quase todas as variedades de banana utilizadas na alimentação humana não têm sementes, como frutos partenocárpicos que são, exceção feita à espécie Musa balbisiana, comercializada no mercado indonésio, excepcionalmente com sementes.
Devido ao elevado teor de potássio em sua composição, as bananas são levemente radioativas,[2] [3] mais do que a maioria dos outros frutos. Isso se deve à presença do isótopo radioativo potássio-40 (40K), regularmente distribuído no potássioocorrente na natureza, apesar de que o isótopo comum, potássio-39 (39K), seja não-radioativo. Por esta razão, os ambientalistas em energia nuclear, por vezes, costumam referir-se à “dose equivalente em banana” de radiação para apoiar seus argumentos durante debates em congressos e encontros sobre a matéria.[4] [5] Embora a radioatividade da banana seja muito leve, todavia, grandes carregamentos da fruta em navios podem ser suficientes para disparar detetores ou sensores de radiação em determinadas circunstâncias.
Etimologia
“Banana” é um termo com origem na Guiné.[6] “Pacoba” e “pacova” se originaram do termo tupi pa’kowa, que significa “folha de enrolar”[7] .[carece de fontes]
Características
Generalidades
É de cor verde, quando imatura, chegando a amarela ou vermelha, quando madura. Seu formato é alongado, podendo, contudo, variar muito na sua forma a depender das variedades de cultivo. Essa variação também acontece com a polpa, que pode ser mole ou dura, ou ainda com incrustações meio duras, bem como de sabor mais doce ou mais acre. Assim como o abacaxi, a banana também é fruto partenocárpico, pois pode formar-se sem fecundação prévia. É por isso que não possui sementes. Depois de cortada, a banana escurece-se muito rapidamente, devido à oxidação (pela presença dapolifenoloxidase) em contato com o ar.
A espécie Musa balbisiana, comercializada no mercado indonésio contém, excepcionalmente, sementes, e é considerada uma das espécies ancestrais das actuais variedades híbridas das bananas geralmente consumidas.
Umbigo, flor, coração ou mangará[8] da banana
Da parte inferior do cacho da banana ainda imaturo (ou verde, como se usa dizer), sai um pendão e, em seu extremo, destaca-se um cone de coloração e consistência diferenciadas, que é a flor da bananeira. Popularmente, a flor da bananeira é chamada de umbigo [do cacho] da banana, coração da bananeira, mangará ou apenas umbigo da banana, que, cozido e preparado com outros ingredientes, é comestível de requintado sabor e alto valor nutricional.
“Do cacho da banana sai um pendão. No final deste, há um cone roxo. Seu miolo é comestível e é conhecido pelos pobres como umbigo de banana, podendo também ser chamado de coração da bananeira[9] .
Várias receitas culinárias usam o umbigo da banana: cozido com bacalhau, ou carne moída, ou linguiça de porco defumada; temperado e refogado simples; entre outras.
A tradição popular reporta ainda outros usos para o umbigo da banana. Alguns preparados caseiros com fins medicinais, como xaropes, são considerados eficazes.[10]
Para ser utilizado como comestível (ou em preparações medicinais caseiras), o umbigo da banana precisa ser cortado, na posição certa (não muito próximo das pencas, apenas o bastante para se retirar o cone arroxeado do cacho ainda imaturo ou verde), o que favorece, pelo fluxo forçado da seiva, o amadurecimento do próprio cacho. Do cacho já maduro, não mais se aproveita o umbigo da banana, que terá escurecido e perdido o viço e uso culinário ou medicinal, aproveitando-se apenas como adubo.
Casca da banana
Apesar de parecer não utilizável, a casca da banana contém vários nutrientes, açúcares naturais como a glicose e sacarose e minerais. Com isso, pode ser aproveitada no consumo alimentício, proporcionando baixo custo sem deixar para trás o bom paladar. São diversos os exemplos pelos quais se pode aproveitá-la, como o brigadeiro de casca de banana, o bolo de casca de banana, a farinha, o bife empanado de casca de banana e vários outros.
Valor nutricional
Valor nutritivo de 100 gramas de banana prata (valores apenas referenciais):
- Macrocomponentes:
- Água (g) – 74,26
- Energia (kJ) – 385 (92 kcal)
- Proteína (g) – 1,03
- Lipídeos (total) (g) 0,48
- Carboidratos, por diferença (g) – 23,43
- Fibra dietética (total) (g) – 2,4
- Cinzas (g) – 0,8
- Minerais:
- Vitaminas:
- Vitamina A (Retinol) – 81 UI
- Vitamina A (Retinol) – 8 μg_RE
- Vitamina B1 (Tiamina) – 0,04 mg
- Vitamina B2 (Riboflavina) – 0,1 mg
- Vitamina B3 (Niacina) – 0,54 mg
- Vitamina B5 (Ácido pantotênico) – 0,26 mg
- Vitamina B6 (Piridoxina) – 0,57 µg
- Vitamina B9 (Ácido fólico) – 19,1 UI
- Vitamina C (Ácido ascórbico) – 9,1 mg
- Vitamina E (Tocoferol) – 0,27 mg_ATE
História
O cultivo de bananas pelo Homem teve início no sudeste da Ásia. Existem ainda muitas espécies de banana selvagem naNova Guiné, na Malásia, Indonésia e Filipinas. Indícios arqueológicos e paleoambientais recentemente revelados em Kuk Swamp, na província das Terras Altas Ocidentais da Nova Guiné, sugerem que esta actividade remonta pelo menos a até5000 a.C., ou mesmo a até 8000 a.C.. Tais dados tornam, esse local, o berço do cultivo de bananas. É provável, contudo, que outras espécies de banana selvagem tenham sido objecto de cultivo posteriormente, noutros locais do sudeste asiático.
A banana é mencionada em documentos escritos, pela primeira vez na história, em textos budistas de cerca de 600 a.C.. Sabe-se que Alexandre, o Grande comeu bananas nos vales da Índia em 327 a.C.. Só se encontram, porém, plantações organizadas de banana a partir do século III d.C. na China. Em 650, os conquistadores Islâmicos levaram-na para aPalestina. Foram, provavelmente, os mercadores árabes que a divulgaram por grande parte de África, provavelmente até àGâmbia. A palavra banana teve origem na África Ocidental e, adoptada pelos portugueses e espanhóis, veio a ser usada, por exemplo, na língua inglesa.
Nos séculos XV e XVI, colonizadores portugueses começaram a plantação sistemática de bananais nas ilhas atlânticas, no Brasil e na costa ocidental africana. Mas elas permaneceram desconhecidas, por muito tempo, da maior parte da população européia. Por isso, Júlio Verne, na obra “A volta ao mundo em oitenta dias” (1872), descreve-a detalhadamente, pois sabe que grande parte dos seus leitores a desconhece.
Algumas fontes referem que já existiam espécies nativas de bananeira na América pré-colombiana, as bananas-da-terra[11].
Variedades e usos
Uma compilação dos nomes das espécies, subespécies, híbridos, variedades, assim como de nomes vulgares utilizados em várias línguas, é mantida na Universidade de Melbourne, Australia, [12] demonstrando que os nomes vulgares são apenas locais e não correspondem a espécies, nem a cultivares reconhecidos.
Como alimento
São por vezes reconhecidos quatro tipos principais de variedades de banana: a banana-prata, a banana-maçã (pequena e arredondada), a banana-caturra (também conhecida como banana-d’água ou cavendish) e a banana-da-terra.
Entre as bananas de mesa, contam-se as variedades maçã, ouro, prata e nanica (anã, baé, caturra, ou Dwarf Cavendish). Esta última deve o seu nome ao porte da bananeira sendo, na verdade, uma banana de grande dimensão. Outras variedades incluem a banana das Canárias, a banana da Madeira, a Gros Michel, a Latacan, a Nanican e a Grande Anã. A variedade Cambuta, como é designada em Cabo Verde, é resistente em climas mais frios, sendo a mais utilizada em zonas subtropicais e temperadas/quentes. A variedade Valery, introduzida pelos portugueses em São Tomé, em 1965 e depois em Angola, foi responsável por um surto na produção de bananas nesse país até 1974.
A banana, enquanto verde, é constituída essencialmente por água e amido, e, por isso, seu sabor é adstringente. Contudo, por essa mesma razão, pode ser utilizada como fonte de hidratos de carbono em vários pratos. Pode ser produzida farinhaa partir de bananas verdes. À medida que vão amadurecendo, o amido transforma-se em açúcares mais simples, como aglicose e a sacarose, que lhe dão o sabor doce.
Além de consumida fresca, a banana é utilizada para diversos fins. Em sobremesas de colher, citam-se o banana split, ou mesmo as bananadas, feitas com banana-anã ou com banana-prata. Banana é também ingrediente indispensável na conhecida salada de frutas (ainda que oxide facilmente), podendo, também, ser utilizada na confecção de sangria. Mas abanana-pão é muito utilizada para outros fins culinários, como na confecção de banana chips — espécie de aperitivo feito com rodelas de banana desidratada ou frita, ou como acompanhamento de diversos pratos tradicionais. As bananas anã e prata são frequentemente servidas cruas, misturadas com arroz e feijão ou com outros acompanhamentos. Em alguns locais do Brasil, como em Antonina e cercanias, serve-se banana-da-terra crua acompanhando o prato típico da região — o barreado —, bem como na forma de “bala de banana”. No Rio de Janeiro e em Pernambuco, o cozido é composto por carnes, tubérculos e legumes, além de banana-da-terra e banana-nanica. No sul de Minas Gerais, é famoso o virado de banana-nanica, que conta também com farinha de milho e queijo mineiro. No litoral norte de São Paulo, o prato principal da culinária caiçara chama-se “azul-marinho” e é constituído por postas de peixe cozidas com banana-nanica verde sem casca, acompanhadas de um pirão feito com o caldo do peixe, banana cozida amassada e farinha de mandioca. Esta comunidades também produzem, tradicionalmente, aguardente de banana.
Banana é também matéria-prima para a fabricação de outras bebidas, como a cerveja de banana. Esta bebida alcoólica é importante para a renda de países como a República Democrática do Congo.
A banana-da-terra e a banana-figo são utilizadas fritas, tal como a banana-anã, que deve, contudo, ser preparada à milanesa — isto é, passada por ovo batido e, depois, por farinha de trigo e farinha de rosca antes de ser frita, caso contrário, desmancha-se durante a fritura. A banana-anã é ainda utilizada para assar.
A banana-maçã é indicada para problemas intestinais, ao aumentar facilmente o volume da massa fecal, ainda que possa causar aparente obstipação.
A produção de sumo a partir de banana é dificultada pelo facto de se produzir apenas polpa quando o fruto é esmagado. Assim, não é possível obter “verdadeiro” sumo de banana, ainda que a sua polpa possa ser misturada ao sumo de outros frutos. Existem, contudo, sumos fermentados feitos a partir da polpa. Esta pode ainda ser utilizada na confecção de diversas compotas (especialmente com banana-figo e banana-anã).
Existem relatos de que seria usada, esmagada com mel, como remédio contra a icterícia em determinadas regiões asiáticas (onde o rizoma da bananeira é utilizado para o mesmo fim). Apesar de parecer não utilizável, a casca da banana contém vários nutrientes, açúcares naturais como a glicose e sacarose e minerais. Com isso, pode ser aproveitada no consumo alimentício, proporcionando baixo custo sem deixar para trás o bom paladar.
É ainda muito utilizada na alimentação de animais. É proverbial seu uso na alimentação dos macacos. Salienta-se, porém, que a banana jamais deve ser utilizada como única fonte de alimentação de macacos, pois contém pouco cálcio e muito fósforo,[13] causando desequilíbrio alimentar bastante comum, que prejudica a formação e a manutenção da estrutura óssea dos animais.
Fonte de fibras
A bananeira tem sido uma fonte de fibra para tecidos de alta qualidade. No Japão, o cultivo de banana para vestuário e uso doméstico remonta pelo menos ao século XIII. No sistema japonês, folhas e brotos são cortados a partir da planta periodicamente para garantir a suavidade. Brotos colhidos são cozidos em primeiro em soda cáustica para preparar fibras para fazer fios têxteis. Esses brotos de banana produzem fibras de diferentes graus de maciez, produzindo fios e tecidos com diferentes qualidades para usos específicos. Por exemplo, as fibras ultraperiféricas da brotos são mais rudes, sendo adequados para toalhas de mesa, enquanto as fibras mais suaves da parte interna são desejáveis para quimonos ehakamas. Este tradicional processo japonês de fazer roupas requer muitos passos, todos feitos à mão.[14]
No sistema nepalês, ao contrário, o tronco é colhido e pequenos pedaços são submetidos a um processo de amaciamento, extração de fibras mecânicas, branqueamento e secagem. A seguir, enviam-se as fibras para o Vale de Katmandu, para uso em tapetes de seda com textura semelhante. Esses tapetes de fibra de bananeira são tecidos a mão pelos tradicionais métodos nepaleses e suas vendas são certificadas.
Com as informações Meio Ambiente Rio e Wikipedia