Meio Ambiente

O empirismo puro produz muitos absurdos e prejuízos para o mundo

A questão do aquecimento “global” começou e continua a ser feita e dominada por meteorologistas, climatologistas, hidrologistas, paleontólogos e outros de áreas correlatas, os quais dependem exclusivamente de dados, conhecimentos, métodos e observações experimentais (empirismo) e cujas características e essência de aprendizado e trabalho são as de fazer previsões do tempo (curto prazo). Antes da utilização de satélites (que medem e fotografam tudo) para isso, essas previsões eram feitas no papel e, naquela época, as cartomantes as acertavam mais do que os meteorologistas. E agora essa turma se meteu a fazer “previsões” do clima (longo prazo). Não podia dar certo!

E, naturalmente, apareceram outros especialistas dessas áreas que não concordam com o aquecimento global e ainda causado pelo CO2. Então, estes começaram a fazer uso das ferramentas que têm em mãos, ou seja, dados, conhecimentos e métodos empíricos. A partir daí, começaram a surgir discussões sobre questões como aquecimento ou resfriamento do planeta e normalmente levando em conta os longínquos futuro e passado e, para negar a influência humana no clima, entre outras coisas, começaram a dizer que o Sol é o causador de variações de temperaturas e climas ao longo do tempo.

Assim, vemos que essas discussões se baseiam puramente em dados e “dados”, pois na maioria, são apenas suposições devido aos erros e incertezas em suas obtenções. Além disso, são apenas variações e há suficientes “dados” tanto para um lado quanto para o outro e, desta forma, cada um escolhe seu lado aleatoriamente e despreza os “dados” do outro. Qual a exatidão ou certeza científica que há para escolher um lado ou outro? Nenhuma! Verifica-se, portanto, que são escolhas sem qualquer direção e orientação, que só a correta teoria é capaz de fornecer. Acrescente-se que os formuladores das mudanças climáticas “causadas pelo CO2” começaram a fraudar (Climategate, ‘taco de hóquei’, NASAGATE, etc), para ajustarem seus dados e resultados ao que apregoam independente da realidade física e tentarem sustentar suas afirmações, já que seus “dados” não são suficientes para comprovar nada. O empirismo não produz orientação segura enquanto causa muitos absurdos e prejuízos para o mundo.

Ver também as inócuas discussões se é o Sol ou não que causa variações de temperaturas e climas é muito risível por isto ser tão óbvio e por se observar tamanha insensatez de especialistas que falam isso. É óbvio que o Sol causa variações de temperaturas, com aquecimentos e resfriamentos e isso dá pra ver só entre o dia e a noite, verão e inverno e, como consequência, entre anos, décadas, séculos e milênios, mas são só variações, nada mais. E são pequenas sabendo-se que a energia emitida pelo Sol pode ser considerada constante, pois ela varia para mais e para menos em no máximo 0,5 W/m2 (0,04%) aproximadamente a cada 11 anos em torno de uma média de 1.366 W/m2 e ainda fora da atmosfera, já que o vapor d’água atenua essa energia em sua maior parte. E os astrônomos dizem que o Sol está num período de tranquilidade ou estabilidade em termos de emissão de energia, o qual dura 11 bilhões de anos e que faltam “apenas” 5,5 bilhões de anos para seu término. Outras variações de temperaturas são causadas por condições locais (micro-climas). Mas, isto tudo é da constituição do universo e do planeta, coisas em que podemos atuar e controlar muito pouco ou quase nada. E não é dessa forma que podemos saber se o ser humano pode ou não interferir no clima aqui-agora e independente das variações dos ciclos solares, que é o que interessa.

As discussões dessa turma de empíricos de um lado e de outro não levam a nada e a lugar nenhum e não é à toa que há tanta falta de ciência e sobra de questionamentos no assunto. E aquilo que parece ser ciência dessa turma, como a da temperatura do ar depender exclusivamente de gases de efeito estufa, não é! O pouco conhecimento teórico que essa turma tem ainda é entendido e aplicado de forma errada. O planeta não funciona só dessa forma e a influência do CO2 na temperatura é insignificante bem como mudanças climáticas que podem sim ser causadas pelo ser humano não são originadas dessa maneira.

Para demonstrar tudo isso me baseei nos princípios físicos do funcionamento da atmosfera e dessa maneira posso explicar de forma consistente, coerente, fisicamente, matematicamente e transparente como a atmosfera realmente funciona e como pode acontecer a interferência humana no clima e independente das variações dos ciclos solares, como expliquei em artigos científicos internacionais e em vários outros, sendo parte disso em dois deles neste site, como o ‘Nem um nem outro e ‘O “império” está destronado.

Apenas um exemplo, entre tantos, de como o empirismo puro não conhece as coisas acertadamente e não leva a orientações e soluções corretas, é o que essa turma chamou de “paradoxo de evaporação” (evaporation paradox). Nos últimos 50 anos houve mais nuvens e mais precipitações enquanto houve menos evaporação em vários lugares do planeta. Essa turma, então, por ter apenas a compreensão do ciclo hidrológico convencional que diz que nuvens e chuvas são causadas somente por evaporação, não entendeu como menos água poderia formar mais nuvens e chuvas. E o autor estadunidense de uma pseudo e puramente empírica “solução” completamente sem noção que não tem absolutamente nenhum significado físico, recebeu prêmios, honrarias, medalhas, homenagens, convites ao redor do mundo por não ter resolvido absolutamente nada. Vejam a que ponto chega a insanidade científica de especialistas, revistas, instituições, universidades, governos, mídia, etc, com total falta de conhecimentos físicos verdadeiros. Isso funciona tipo o macartismo. Logo que tomei conhecimento dessas aberrações e absurdos científicos, em poucos segundos descobri o Novo Ciclo Hidrológico, que contempla a interferência humana direta nos ciclos naturais bem como expliquei tudo isso física e matematicamente. Certas atividades humanas jogam na atmosfera mais água, mais partículas, mais calor e com maior velocidade, frequência e potência do que os ciclos naturais conseguem fazer. Esses agentes são causadores de nuvens, chuvas, secas, ventos fortes, neve, granizo e cada um destes fenômenos à sua vez e lugar. E tem até havido chuvas de granizo com grandes pedras de gelo e em grande quantidade no nordeste brasileiro e em Minas Gerais, lugares não propícios a isso e cujos habitantes de idade dizem nunca ter visto isso acontecer. Só mais umidade e calor produzem isso e não é global.

Enquanto isso, essa turma só enxerga o CO2 e seu efeito estufa que não têm propriedades físicas para criar umidade nem suficiente calor, muito menos global. Ridículo! A atmosfera não funciona só com radiação e CO2! Tá mais do que na hora de abandonar essa turma do aquecimento “global” e mudanças climáticas “causadas pelo CO2”!

ERNANI SARTORI

Cientista

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Vagner Liberato

Meu nome é Vagner Liberato, sou carioca e vivo no Rio de Janeiro.
Formei-me em Administração de Empresas e sou um apaixonado por conteúdo sustentável.
Desde 2015 faço o Jornal Sustentabilidade com maior prazer!

Para falar comigo, entre em contato pelo email:
contato@meioambienterio.com

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